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	<title>Coworkers - Agência de Mídias Sociais &#187; Debate</title>
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	<description>Agência especializada em estratégias de mídias sociais, responsável pelo posicionamento de grandes marcas na Web 2.0 - Agência Redes e Midias Sociais Corporativas</description>
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		<title>Infográfico: a história e os dados que envolvem a guerra de patentes</title>
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		<pubDate>Fri, 02 Sep 2011 19:36:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcia Costanti</dc:creator>
				<category><![CDATA[Debate]]></category>
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		<description><![CDATA[Nos últimos meses, a chamada Guerra das Patentes entre as gigantes da tecnologia tem tomado grandes proporções, com um novo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Nos últimos meses, a chamada <strong>Guerra das Patentes</strong> entre as gigantes da tecnologia tem tomado grandes proporções, com um novo capítulo a cada dia. A última notícia relacionada ao impasse foi <strong>a compra da Motorola Mobility pela Google</strong>. Até mesmo os representantes da empresa justificaram a aquisição como uma forma de ganhar mais força na disputa. E não para por aí: até mesmo desenvolvedores pequenos tem sido alvo de cobranças de violação de patentes, como é o caso das <strong>recentes acusações feitas pela Lodsys contra vários desenvolvedores de aplicativos</strong> para BlackBerry.</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-3270"></span>As<strong> grandes companhias de tecnologia </strong>com Apple, Microsoft e Samsung, no entanto, são as figuras principais que envolvem as discussões sobre violação de patentes. <strong>Proteger o patrimônio intelectual </strong>é extremamente importante para cada uma delas na hora de se sobressair no mercado, além de garantir o faturamento sobre suas criações. O infográfico abaixo conta melhor esta história e traz dados acerca de registro de patentes, desde sua criação até os dias atuais.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="alignnone size-full wp-image-3272" title="infográfico guerra de patentes" src="http://www.coworkers.com.br/wp-content/uploads/2011/09/infográfico-guerra-de-patentes-e1314991990818.png" alt="guerra de patentes" width="600" height="2215" /></p>
<p style="text-align: justify;">
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		<title>Começa amanhã (26) o primeiro Congresso Brasileiro de Comunicação Digital</title>
		<link>http://www.coworkers.com.br/comeca-amanha-26-o-primeiro-congresso-brasileiro-de-comunicacao-digital/</link>
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		<pubDate>Tue, 25 May 2010 21:42:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafaella Antunes</dc:creator>
				<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Debate]]></category>
		<category><![CDATA[Mídias Sociais]]></category>

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		<description><![CDATA[O pioneirismo, os desafios e as perspectivas do setor de Comunicação Digital estarão em pauta no primeiro congresso brasileiro dedicado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O pioneirismo, os desafios e as perspectivas do setor de Comunicação Digital estarão em pauta no primeiro congresso brasileiro dedicado ao setor. O evento, que é paralelo ao <a href="http://www.megabrasil.com.br/congresso2010/Programacao.aspx" target="_blank">Congresso Mega Brasil de Comunicação</a>, tem início nesta quarta-feira (26).<span id="more-1175"></span></p>
<p>Cerca de 500 participantes estão inscritos, mas a expectativa dos organizadores é de que 1.000 participem ao longo dos quatro dias do Mega Brasil – de hoje (25) até sexta-feira (28), no<strong> </strong><a href="http://www.convencoesreboucas.com.br/" target="_blank">Centro de Convenções Rebouças</a>.</p>
<p>A Coworkers Mídias Sociais estará presente no congresso. O diretor de planejamento e sócio da empresa de comunicação 2.0, Wagner Fontoura, será um dos debatedores do Congresso Brasileiro de Comunicação Digital no painel <em>A revolução do “fale conosco” – A construção de sites corporativos relevantes para o cliente</em>. A apresentação está programada para amanhã (26) de 13h50 às 15h.</p>
<p>Entre os conferencistas nomes como os ministros Franklin Martins e Miguel Jorge, o publicitário Nizan Guanaes, os presidentes da Imprensa Oficial do Estado de São Paulo Hubert Alqueres e da SPTuris Caio Luiz de Carvalho e a presidente da Empresa Brasileira de Comunicação (EBC), Tereza Cruvinel. A iniciativa conta com o apoio de instituições como <a href="http://www.aberje.com.br/" target="_blank">Aberje</a>, <a href="http://www.abracom.org.br/" target="_blank">Abracom</a>, <a href="http://www.fenaj.org.br/" target="_blank">Fenaj</a>, <a href="http://www.abrasca.org.br/capa.asp" target="_blank">Abrasca</a>, <a href="http://www1.ethos.org.br/EthosWeb/Default.aspx" target="_blank">Ethos</a> etc.</p>
<p>Hoje, à partir das 19 horas ocorre a entrega do Prêmio Personalidade da Comunicação para o presidente do Grupo Traffic (TV Tem, Rede Bom Dia de Jornais e Diário de S.Paulo), o empresário e jornalista J. Háwilla. Além disso, haverá no dia 27 (quinta-feira), às 18h45, o lançamento do novo projeto gráfico e editorial do Anuário Brasileiro das Agências de Comunicação 2010/2011.</p>
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		<title>BBC reúne milhões de pessoas em conversa mundial, via internet</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Mar 2010 14:30:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafaella Antunes</dc:creator>
				<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Debate]]></category>
		<category><![CDATA[BBC]]></category>
		<category><![CDATA[on-line]]></category>
		<category><![CDATA[Samantha Shirashi]]></category>
		<category><![CDATA[SuperPower Nation Day]]></category>
		<category><![CDATA[web]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma experiência inédita está permitindo que pessoas de países diferentes &#8211; e que não falam o mesmo idioma &#8211; se [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="_mcePaste">Uma experiência inédita está permitindo que pessoas de países diferentes &#8211; e que não falam o mesmo idioma &#8211; se reúnam em um evento on-line dedicado à discussão de temas considerados relevantes para a comunidade web. O <a href="http://www.bbc.co.uk/portuguese/especial/09022010_superpower.shtml" target="_self">SuperPower Nation Day </a> realizado hoje (18) integra internautas em um grande chat room.</div>
<div><span id="more-662"></span></div>
<div id="_mcePaste">Com a iniciativa, o Serviço Mundial da BBC quer saber o quanto o uso da tecnologia pode ajudar a transpor barreiras de comunicação entre os povos. Para operacionalizar esta ação o Google Translate, um serviço de tradução automático, permite que leitores que falem português, árabe, chinês, inglês, farsi, indonésio e espanhol conversem uns com os outros, ao vivo, no idioma que escolherem.</div>
<div id="_mcePaste">Um detalhe que chama atenção no evento é a audiência possibilitada pela integração de milhões de pessoas ao redor do planeta. Para fazer parte basta conectar-se através deste <a href="http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2010/03/100315_superpowerday_ji.shtml" target="_blank">link</a>. O chat está em curso desde as 10h (horário de Brasília) e segue até as 16h. A participação é livre por meio de mensagens e comentários sobre os temas propostos pelos internautas que aderiram à experiência, como a jornalista e blogueira <a href="http://www.samshiraishi.com/superpower-nation-day/" target="_self">Samantha Shirashi</a>, que marca presença no chat diretamente do escritório da BBC Brasil, em São Paulo, a partir das 15h.</div>
<div id="_mcePaste">Ainda hoje (18) a BBC realiza, em Londres, outro evento que reunirá integrantes de serviços de rádio e internet dos mais de 30 serviços de língua da emissora, assim como as TVs persa, árabe e inglesa. O objetivo é que todos recebam as contribuições vindas da internet, de webcams e telefones ao redor do mundo.</div>
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		<title>A hora e a vez de mídias como os microblogs, o mobile, o vídeoshare, podcasts e afins</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Sep 2008 22:49:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Helton Kuhnen</dc:creator>
				<category><![CDATA[Debate]]></category>
		<category><![CDATA[microblogs]]></category>
		<category><![CDATA[Mídias Sociais]]></category>
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		<description><![CDATA[Foram convidados para essa discussão o Gilberto Soares Filho (Knuttz do Uêba), Edson Mackeenzy (Videolog) e Gustavo Jreige (Pólvora). Fique a vontade para discutir junto com os convidados.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Brasil, como todos sabem, passa por um momento de evolução e amadurecimento dos veículos de mídia social. O debate que irei &#8220;mediar&#8221; aqui será sobre microblogs, videoshare, podcasts e mobile como veículos de Mídias Sociais.</p>
<p><span id="more-300"></span></p>
<p>Como bons exemplos de ferramentas cito o Twitter e seu formato de microblog, disseminando informação de forma rápida e prática, o Videolog e YouTube como compartilhadores de vídeos, e os sistemas operacionais e navegadores como plataformas de celulares e smartphones.</p>
<p><a href="http://boombust.hitechlive.com.br/midias-sociais-em-debate-2008/">Foram convidados</a> para essa discussão o Gilberto Soares Filho (o Knuttz, do <a href="http://ueba.com.br/">Uêba</a>), Edson Mackeenzy (fundador do<a href="http://videolog.uol.com.br/">Videolog</a>) e Gustavo Jreige (sócio da <a href="http://www.polvoracomunicacao.com.br/">Pólvora Comunicação</a>). Fique a vontade para discutir junto com os convidados.</p>
<div><strong>Mackeenzy</strong> <strong>pergunta:</strong></p>
<blockquote><p><strong>Na França, o computador é chamado de organizador e é tido como uma ferramenta que se dispõe a colaborar com essa função. Desde que o Rio de Janeiro era Capital do Brasil e os jornais eram escritos em Inglês, nós bra&#8221;Z&#8221;ileiros sempre tivemos como parâmetro iniciativas internacionais. Com base nesta linha de pensamento eu pergunto: Por que Gigantes como o Google não são consideradas concorrentes? Na opinião de vocês, é uma atitude inteligente dos portais deixar de gastar com inovação para gastar com marketing?</strong></p></blockquote>
</div>
<div><strong>GIlberto Soares Filho: </strong>O Google ganhou uma dimensão tão absurdamente grande, que consegue ser aliado, e concorrente de um mesmo serviço. Mas o fato é que, salvo atividades muito específicas, ele contribui mais que concorre. Em toda a história das comunicações sempre tivemos players desproporcionais, nesta era da internet, este player é o Google. Ou seja, é inevitável.No que tange à ausência de investimento dos grandes portais em inovação, eu vejo como algo normal, eles primeiro tem que garantir seu próprio modelo de negócio. Os portais terminam sendo, no final das contas, as empresas &#8220;tradicionais&#8221; da internet, pelo menos no Brasil, os maiores players são derivados de conglomerados de &#8216;tijolos&#8217; com muitos acionistas e cultura corporativa conservadora.</div>
<p>O que falta, até onde eu saiba, mas posso estar errado, mais que o próprio investimento, é que eles abram um pouco a cabeça e invistam no potencial de seus próprios funcionários, fazendo como o Google faz ao dar tempo dentro do expediente para o desenvolvimento de idéias próprias, ou o que o Yahoo Birckhouse faz ao prover força de trabalho e auxílio tecnológico aos projetos que ali chegam. É mais uma questão de cultura corporativa que propriamente financeiro.</p>
<p><strong>Gilberto Soares Filho pergunta:</strong></p>
<blockquote><p><strong><span style="font-weight: normal;"><strong>Há atualmente, uma forte tendência de uso dos mircroformatos como sites sociais, mesmo porque eles têm excelente usabilidade móvel. Mas o que eu vejo, são sites sustentados por capital de risco, o Twitter por exemplo, ainda não encontrou a maneira de fazer dinheiro, e o capital de risco não vai durar para sempre. Qual o caminho ou direção estes sites deveriam seguir em busca de um modelo sustentável? Como tornar rentáveis estas excelentes ferramentas</strong>?&#8221;</span></strong></p></blockquote>
<div><strong>Mackeenzy: </strong>Noooooossssaaaa, que excelente pergunta Gilberto, ela vale US$ 1 milhão. Ter uma empresa não é facil, transformá-la em um negócio rentável é coisa de herói, por isso sempre venero empreendedores. Infelizmente o que se tem visto muito por ai são pessoas criativas conseguindo dinheiro fácil e criando coisas sem se preocupar em como pagar o dinheiro gasto. Nós do Videolog nunca tivemos capital externo, viabilizamos o Negócio de vídeos na Internet com venda de mídia e serviços ligados a vídeo na Internet. Nós já tivemos algumas boas propostas  de investimento, mas ainda não foi necessário aceitar, mas receber capital externo não está descartado de nosso plano. Conseguimos atingir a marca de 12 milhões de vídeos assistidos e estamos crescendo 10% ao mês, oferecendo ferramentas de qualidade. Não vou dizer quanto faturamos, mas se eu tivesse que pagar por esta pergunta, ainda sobraria no meu caixa rsrsrsr.</div>
<div>
<p><strong>Gustavo Jreige questiona:</strong></p>
<blockquote><p><strong> </strong><strong>A comunicação transcende as palavras. Cada vez mais a produção de conteúdo é multimídia, colaborativa, convergente e instantânea. Como as empresas de comunicação tradicional podem atuar de forma eficiente nesse novo cenário?</strong></p></blockquote>
</div>
<div><strong>Gilberto Soares Filho : <span style="font-weight: normal;">Primeiro elas precisam se &#8220;desarmar&#8221;, no sentido de que não adianta elas baterem no modelo de produção de conteúdo que está se formando, em outras palavras, elas tem que aceitar que este é um modelo que surgiu em contraponto ao que já existia, e que a cada dia torna mais obsoleto o modelo tradicional.</span></strong></div>
<div>
<p>O ritmo das mudanças é cada vez mais frenético; novas tecnologias e formas de produzir e distribui esta produção surgem, e somem, com uma imensa rapidez. Para ter eficiência neste novo modelo, as empresas precisam de material humano capaz de, não apenas entender o que já está aí, mas mais importante, ser capaz de identificar quais mudanças devem, ou não, ser absorvidas.</p>
<p><strong>Mackeenzy:</strong> Mack: Gustavo,  a competição  faz parte da natureza do homem, sendo que este mesmo ser, agora está criando um novo mundo, um ambiente colaborativo onde todos estão em igualdades de condições onde o diferencial é o estilo e o conteúdo. Em minha opinião, empresas de comunicação tradicional devem entender que o mundo mudou, que o tradicional é base para o revolucionário; e tudo o que elas tem que fazer é descer de seu pedestal de &#8220;Senhor do Saber&#8221;, compartilhar tudo o que aprenderam até hoje, aceitar que existem muitos jovens que podem contribuir com conhecimento, mixturar tudo e criar seu próprio estilo.</p>
</div>
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		</item>
		<item>
		<title>O encontro digital entre as mídias sociais e tradicionais</title>
		<link>http://www.coworkers.com.br/o-encontro-digital-entre-as-midias-sociais-e-tradicionais/</link>
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		<pubDate>Sat, 06 Sep 2008 10:00:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Manoel Fernandes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Debate]]></category>
		<category><![CDATA[jornais]]></category>
		<category><![CDATA[mídia tradicional]]></category>
		<category><![CDATA[Mídias Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[revistas]]></category>
		<category><![CDATA[tv]]></category>

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		<description><![CDATA[A convidados por mim Manoel Fernandes, Publisher da Revista Bites, para colaborarem com o painel 1 do debate proposto pelo Wagner Fontoura, no Boombust, eu pergunto:

"Faz algum sentido a afirmação de que a mídia como conhecemos ainda vai acabar?"]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Silvio Meira  é Cientista-chefe do Centro de Estudos e Sistemas Avançados do Recife (<a href="http://www.cesar.org.br/">Cesar</a>); Kaike Nanne, Diretor do Núcleo de Revistas Semanais da <a href="http://www.abril.com.br/revistas/">Editora Abril</a>; Marcelo Coutinho é Diretor do <a href="http://www.ibope.com.br/">Ibope Inteligência</a>; e Aloisio Sotero BPO da <a href="http://www.dutyfreedufry.com.br/Default.asp?cookie_test=1">Dufry</a> e presidente do <a href="http://teleportodeeducacao.blogspot.com/">Teleporto de Educação</a>.</p>
<p><span id="more-304"></span></p>
<p>Convidados por mim, Manoel Fernandes, Publisher da <a href="http://www.bites.com.br/">Revista Bites</a>, para colaborarem com o painel 1 do debate proposto pelo Wagner Fontoura, no <a href="http://boombust.hitechlive.com.br/midias-sociais-em-debate-2008/">Boombust</a>, eu lhes pergunto:</p>
<blockquote>
<h3>&#8220;Faz algum sentido a afirmação de que a mídia como conhecemos ainda vai acabar?&#8221;</h3>
</blockquote>
<p><strong><a href="http://www.coworkers.com.br/wp-content/marcelo-coutinho.jpg"><img class="size-full wp-image-306 alignnone" title="marcelo-coutinho" src="http://www.coworkers.com.br/wp-content/marcelo-coutinho.jpg" alt="" width="90" height="120" /></a>R &#8211; Marcelo Coutinho:</strong> “Já proclamaram que o rádio acabaria com o jornal, o videocassete com o cinema e a televisão não sobreviveria à internet. Vale lembrar isso porque na História da mídia uma inovação nunca acabou destruiu outra. O que existiu foi uma acomodação de tecnologias, conceitos e formas. Não creio que os veículos como conhecemos hoje irão desaparecer. É um erro pensar dessa forma. O que acredito é que haverá uma reformulação profunda em como a comunicação é feita. A mídia de massa onde um fala para muitos (broadcasting) fica mais frágil a cada dia. Em seu lugar apareceu o socialcast, modelo no qual muitos falam com muitos. E vejo movimentos da mídia que podemos chamar de tradicional no sentido de entender essa nova ordem e se ajustar da melhor forma a tudo o que está acontecendo.”</p>
<p><strong><a href="http://www.coworkers.com.br/wp-content/kaike-nanne.jpg"><img class="size-full wp-image-307 alignnone" title="kaike-nanne" src="http://www.coworkers.com.br/wp-content/kaike-nanne.jpg" alt="" width="90" height="118" /></a>R &#8211; Kaike Nanne:</strong> “O bom conteúdo sempre terá leitores. Independente da plataforma que ele esteja sendo produzido: papel ou internet. Hoje fazemos revistas e acreditamos que esse veículo que transporta toda a informação que produzimos na Abril ainda terá uma vida longa. Nada impede que ela divida espaço com novos modelos que ainda estão sendo construídos. É muito cedo para identificar qual o melhor caminho a ser seguido, mas em toda a sua trajetória a Abril sempre teve uma crença de que o bom conteúdo é sempre o melhor diferencial para construir relevância entre os seus leitores. Esse é o nosso DNA. Você pode ser um expert em técnicas de indexação no Google, entender como poucos a lógica que permite aparecer nas primeiras páginas do serviços de busca ou até mesmo escrever utilizando palavras-chave. Mas, se o conteúdo não for bom, o leitor não construirá uma relação de fidelidade com a sua marca. Meu resumo é simples: sem o bom conteúdo não existe relevância. Tanto no mundo offline quanto online.”</p>
<p><strong><a href="http://www.coworkers.com.br/wp-content/aloisio-sotero.jpg"><img class="size-full wp-image-308 alignnone" title="aloisio-sotero" src="http://www.coworkers.com.br/wp-content/aloisio-sotero.jpg" alt="" width="90" height="120" /></a>R &#8211; Alosio Sotero:</strong> “Todo esse debate se resume a uma palavra: conversas. As pessoas querem se conversar e a mídia também sofre com a falta de diálogo. Ao escrever uma reportagem o jornalista que aqui chamaria de clássico imagina que aquele assunto terá relevância na agenda do leitor. O raciocínio é simples. De maneira empírica, o profissional escuta o “talk of the town” e o traduz na forma de conteúdo. Só que essa percepção hoje pode ser encontrada dentro das redes digitais de relacionamento, que muitos conhecem como redes sociais. A voz das pessoas está no Orkut, no Facebook, no MySpace e é para lá que a mídia deve olhar, como também as marcas tradicionais. Não sou jornalista, mas enxergo que o jornalista é o único em condições de entender e traduzir esse fenômeno para o restante da sociedade. Por isso, a mídia como existe hoje não vai acabar. Ela só precisa ser reinventada.”</p>
<p><strong><a href="http://www.coworkers.com.br/wp-content/silvio-meira.jpg"><img class="size-full wp-image-309 alignnone" title="silvio-meira" src="http://www.coworkers.com.br/wp-content/silvio-meira.jpg" alt="" width="89" height="120" /></a>R &#8211; Silvio Meira</strong>: “Vamos começar pelo final. A mídia tradicional já acabou. O que falta é encontrar algo para colocar no lugar. O que é não sei, mas precisa ser algo tão amplo e bem produzido como conhecemos hoje. Também defendo o conteúdo de qualidade. Como vamos empacotá-lo esse é um problema que a própria rede irá resolver.”</p>
<p><strong><a href="http://www.coworkers.com.br/wp-content/manoel-fernandes.jpg"><img class="size-full wp-image-310 alignnone" title="manoel-fernandes" src="http://www.coworkers.com.br/wp-content/manoel-fernandes.jpg" alt="" width="90" height="120" /></a>R &#8211; Manoel Fernandes:</strong> “Nesse aspecto gostaria de contribuir lançando para todos um conceito que defendemos dentro da Bites: o jornalismo de indexação. Acreditamos que podemos unir em um único espaço a qualidade editorial e as técnicas de indexação que permitem as pessoas nos encontrarem nos serviços de busca. Os jornalistas precisam lembrar que são jornalistas. São eles que apuram, contextualizam e entregam a notícia dentro de padrões de qualidade que o leitor ou internauta está acostumado. Só que isso, hoje não é mais suficiente. É preciso saber escrever com palavras-chave para ser melhor indexado. A essência da profissão e da mídia permanece. O que muda é a técnica.”</p>
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		<title>O que é relevante e para quem em Mídias Sociais?</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Sep 2008 17:36:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Samantha Shiraishi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Debate]]></category>
		<category><![CDATA[Mídias Sociais em Debate 2008]]></category>
		<category><![CDATA[rankings]]></category>
		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>
		<category><![CDATA[relevância]]></category>

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		<description><![CDATA[Para dar continuidade à contratação de espaço de mídiacação do debate iniciado na sexta-feira-feira, 29/08, por Ricardo Cabianca, contratação de espaço de mídiaco hoje o painel que abre uma discussão sobre O que é relevante e para quem em Mídias Sociais?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Para dar continuidade à publicação do debate <a href="http://www.coworkers.com.br/modelos-de-negocio-para-a-web-20" target="_blank">iniciado</a> na sexta-feira-feira, 29/08, por <a href="http://www.cabianca.net" target="_blank">Ricardo Cabianca</a>, publico hoje o painel que abre uma discussão sobre <strong>O que é relevante e para quem em Mídias Sociais?</strong> Considero o tema interessantíssimo e esperei ansiosa (e curiosa) tanto por perguntas quanto por respostas dos debatedores Alexandre Inagaki (<a href="http://www.polvoracomunicacao.com.br/" target="_blank">Pólvora</a>), Anderson Costa (<a href="http://www.b2bmagazine.com.br/web/home.asp" target="_blank">B2B Magazine</a>) e Diego Monteiro (<a href="http://peoplebased.net/" target="_blank">People Based</a>). Foi uma pena Marcelo Coutinho (IDG Now) não poder participar.</p>
<p><span id="more-282"></span></p>
<p>O que posto abaixo é, faço votos, o início de um debate que deve ser complementado pelos leitores em comentários, posts no blogs e nos próximos encontros presenciais como os <a href="http://cafecomblog.com.br/" target="_blank">Café com Blog</a> e <a href="http://cabianca.net/blog/forum-de-midias-digitais-e-sociais/" target="_blank">FMDS &#8211; Fórum de Mídias Digitais e Sociais</a>. Inovador por ser completamente online (como lembrou Stelleo Tolda hoje em <a style="color: blue;" href="http://mlonlinegeneration.wordpress.com/2008/09/01/um-debate-totalmente-online/" target="_blank">Um debate totalmente online</a>), o <a href="http://boombust.hitechlive.com.br/midias-sociais-em-debate-2008/" target="_blank">Mídias Sociais em Debate 2008</a> é iniciativa do <a href="http://boombust.hitechlive.com.br/">Boombust</a> e pretende promover uma maior troca de informações sobre as melhores práticas de uso das mídias sociais, principalmente sob o ponto de vista das suas aplicações aos negócios das empresas.</p>
<p>Seguem então as perguntas e respostas trocadas pelos debatedores:</p>
<blockquote><p><strong>Por que rankings de blogs são tão superestimados quando se fala em relevância?<br />
[Alexandre Inagaki]</strong></p></blockquote>
<p><strong>Diego Monteiro</strong>:</p>
<p>Porque estamos no início das mídias sociais como divulgação. O vício vindo das midias tradicionais (como ibope) é comum nesse processo.</p>
<p><strong>Anderson Costa:</strong></p>
<p>Aualmente eles fazem parte das poucas referências que temos para ter a blogosfera como algo que se possa medir. Mas não acredito que esses rankings são medidores de relevância, por dois motivos:<br />
1 &#8211; Não é lá que vai se medir relevâncias de nicho, bem mais densas e cujos parâmetros pouco se usam. Nem sempre estar num ranking desses significa relevância geral, abrangente.<br />
2 &#8211; Porque quem superestima é justamente quem busca uma posição melhor do ponto de vista do problogger. Um pouco de &#8220;ego time&#8221;, que todo internauta brasileiro tem.</p>
<p><strong>Alexandre Inagaki:</strong></p>
<p>É isso. Rankings, sejam eles de blogs mais linkados ou twitteiros mais seguidos, nada mais são do que parâmetros iniciais. Meros pontos de partida para que seja feito um trabalho de pesquisa e monitoramento efetivo acerca dos hubs sociais de cada nicho.</p>
<blockquote><p><strong>Minha escala de relevância em redes sociais:<br />
10) Se comunicar e socializar/divulgar imagens (mídia) e as próprias relações(amizades)<br />
5) Resolver problemas, realizar pesquisas<br />
0) Ver divulgações dos amigos ou de desconhecidos<br />
Caso essa escala seja verdadeira pode-se concluir:<br />
1 &#8211; As redes sociais precisam dos laços de amizade (sejam virtuais ou reais). Assim não se pode confundir rede social com adicionar desconhecidos, porque a deixa totalmente irrelevante. E aí entende-se o porque do sucesso do Orkut ao deixar a comunidade fechada apenas por convite.<br />
2 &#8211; O marketing como publicidade algo pró-ativo, que divulga, se torna inviável no contexto de redes sociais. Mesmo as tentativas de menção espontânea não é possível em escala. Somente sobrando como Marketing as possibilidades de: (a) gerar mídia para os usuários dividirem.. fazer montagens com fotos e videos ou coisas do tipo e (b) permitir que uma marca seja pesquisada e resolvido seus problemas numa rede social, com estratégias de funcionários, espaços e até estratégias de crowdsourcing nas redes sociais.<br />
[Diego Monteiro]</strong></p></blockquote>
<p><strong><br />
Anderson Costa:</strong></p>
<p>(1) Concordo. Uma das razões do Orkut ter virado terra de ninguém é justamente isso, a falta de confiança em quem te adiciona. Nessa questão o Linkedin dá um banho, porque o networking é mais palpável, dá pra ver não só quem é amigo daquela pessoa, mas também quem endossou, quem apoia, quem recomenda&#8230; Lógico que pode ser subvertido como o Orkut foi, porém essa tática fica muito mais visível lá.</p>
<p>(2) A publicidade, no meu ver, ainda está aprendendo a lidar com esse universo. Talvez tenha muito a ganhar com outros tipos de ações que não o simples product placement, mas mobilização (barackobama.com, por exemplo), fixação de conceitos de uma marca (nike sport music), etc. Daqui a alguns anos (talvez meses, dada a inclusão desses players de redes sociais em agências) veremos um outro tipo de publicidade lá, menos intrusiva e mais social, que completa.</p>
<p><strong>Alexandre Inagaki</strong>:</p>
<p>Creio que cada rede social possui o seu valor de acordo com o seu público-alvo. Cito o caso impressionante da Barbie Girls (http://www.barbiegirls.com), por exemplo, que em 3 meses de existência chegou à marca de 4 milhões de cadastros e, não à toa, foi o motivo para que o post que o Carlos Merigo escreveu sobre essa rede se tornasse o mais movimentado de todo o Brainstorm#9, com 1.094 comentários (http://tinyurl.com/barbiegirls). Pensar em relevância em mídiais sociais passa obrigatoriamente por buscar compreender qual é o público com o qual você deseja se comunicar.Critica-se muito o Orkut, por exemplo, sob a generalização de que é uma rede social que foi &#8220;tomada&#8221; de assalto por miguxos ou analfabetos funcionais. Discordo. Não se pode analisar o Orkut sob a ótica de comunidades como &#8220;Bata a Cabeça no Teclado Pra Ver o que Sai&#8221; ou &#8220;As + Gatas do Orkut&#8221;, da mesma maneira que um jornalista cometeria um erro crasso se afirmasse que a blogosfera é um apanhado de diarinhos virtuais. Comunidades que criticam serviços de empresas, que congregam colecionadores de vinis raros, que discutem assuntos como cibercultura, liberdade de expressão ou cursos de arqueologia trazem discussões das mais relevantes para os interessados nestes temas.</p>
<p>Com os blogs e redes sociais, surge uma nova geração de formadores de opinião que dispensam colunas de jornal ou espaço na TV para se fazerem ouvir pelas multidões. Moderadores de comunidades de Orkut, usuários &#8220;top&#8221; do Yahoo! Respostas, os mais &#8220;seguidos&#8221; no Twitter ou que têm maior &#8220;karma&#8221; no Plurk possuem enorme relevância em seus respectivos nichos, influenciando pessoas, fazendo networking e formando opiniões enquanto os alheios ao poder da social media sequer desconfiam do poder de mobilização desses hubs sociais. A publicidade e principalmente o marketing, como bem disse o Anderson, só será genuinamente efetiva quando ela for realizada da maneira menos intrusiva possível, inserindo-se de modo contextualizado e integrado, via branded entertainment e PR 2.0., aos diálogos que já ocorrem nesses ambientes.</p>
<blockquote><p><strong>Não atuo nesse mercado diretamente, mas meu dia a dia envolve muito as redes sociais. E uma coisa que tenho visto nas estratégias de atuação nesse mercado é que há uma busca por relevância na rede em que se atua, mas não no discurso dessa rede.</strong></p>
<p><strong>Ou seja, uma ação sobre venda de seguros consegue encontrar uma comunidade &#8220;seguro de automóvel&#8221;, se divulgar, mas não consegue se sustentar na conversação. Muito disso pode ser por conta de ações pontuais com tempo e hora para acabar, ou por falta de feeling no que está sendo conversado na comunidade.</strong></p>
<p><strong>Pode ser que eu esteja falando besteira, mas é uma percepção que tenho. Como conseguir relevância de discurso também nesses meios de atuação, dados os limites de tempo de uma ação e pertinência da mesma? Como melhorar essa conversa e deixá-la mais relevante para todos na comunidade?</strong></p>
<p><strong>[Anderson Costa]</strong></p></blockquote>
<p><strong>Diego Monteiro</strong>:</p>
<p>As redes sociais têm a vocação para a viralização de um conteúdo ou evento, e aí sim elas podem casar com uma campanha tradicional. Porém, a caracteristica principal das redes sociais é que as pessoas estão no centro delas e não um &#8220;orgão&#8221; em broadcast. E as pessoas em relações sociais têm seu tempo de &#8220;distribuição da informação&#8221; de forma orgânica e aleatória.<br />
Assim, uma &#8220;conversação&#8221; numa rede social, tem o seu próprio tempo para se desenvolver e evoluir&#8230; não podendo ser considerada como estratégia principal de uma campanha que tem começo meio e fim, mas sim uma atividade constante da empresa, que servirá de apoio a todas a campanhas que estão por vir.</p>
<p><strong>Alexandre Inagaki</strong>:</p>
<p>O maior problema dessas ações pontuais é que, por serem de curto prazo, pecam ao terem tempo definido para terminarem, sem que produzam efetivas conversações. E aí não produzem relacionamentos reais; é como se fossem &#8220;one-night stands&#8221; nos quais os parceiros sequer sabem os nomes de seus amantes. Concordo com o Diego, empresas precisam pensar em atividades constantes de apoio, que aprofundem a discussão de idéias, o fomento de insights, o engajamento de prosumers com uma marca ou empresa.</p>
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		<title>Modelos de negócio para a web 2.0</title>
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		<pubDate>Fri, 29 Aug 2008 18:04:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Cabianca</dc:creator>
				<category><![CDATA[Debate]]></category>
		<category><![CDATA[blogcamp]]></category>
		<category><![CDATA[boombust]]></category>
		<category><![CDATA[fmds]]></category>
		<category><![CDATA[mídias sociais em debate]]></category>
		<category><![CDATA[modelos de negócio]]></category>
		<category><![CDATA[web 2.0]]></category>

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		<description><![CDATA[Modelos de negócios para a web 2.0

    * Moderador: Ricardo Cabianca (WB4B/C’)
    * Debatedores convidados:
          o Stelleo Tolda (Mercado Livre)
          o Bob Wollheim (Sixpix Content)
          o Caio Novaes (Brogui Blogs)
          o René de Paula (Usina)]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3><a title="Boombust" href="http://boombust.hitechlive.com.br/midias-sociais-em-debate-2008/">Mídias Sociais em Debate 2008</a></h3>
<p>Já passamos um ano desde quando foram totalmente abertas as comportas das mídias sociais no Brasil e isso foi feito com força total. A avalanche de informações e novidades era tanta, que causou um frisson em todo o mercado envolvido o que originou uma série de eventos presenciais – os <a href="http://www.blogcamp.com.br" target="_blank">BlogCamps</a>, <a href="http://cafecomblog.com.br/" target="_blank">Café com Blog</a> e o primeiro <a href="http://boombust.hitechlive.com.br/blogosfera-brasileira-em-debate-%e2%80%9cesquenta%e2%80%9d-do-blogcamp-sp-2007-2/" target="_blank">Debate sobre a Blogosfera</a>. Tudo com o objetivo de gerar informações capazes de entender o mercado e o que eram estes novos canais de comunicação e relacionamento.</p>
<p><span id="more-269"></span></p>
<p>Um ano depois, evoluímos a uma velocidade incrível e hoje estamos novamente debatendo o mercado, mas com uma nova visão – de negócios.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-271" title="midias-sociais-em-debate-2008" src="http://www.coworkers.com.br/wp-content/midias-sociais-em-debate-2008.jpg" alt="" width="500" height="100" /></p>
<p>E é com este foco, que vamos realizar no final do ano o <a href="http://cabianca.net/blog/forum-de-midias-digitais-e-sociais/" target="_blank">FMDS &#8211; Fórum de Mídias Digitais e Sociais</a>, mas antes disso, estamos agora com o <a href="http://boombust.hitechlive.com.br/midias-sociais-em-debate-2008/" target="_blank"><strong>Mídias Sociais em Debate 2008</strong></a> acontecendo, iniciativa do <a href="http://boombust.hitechlive.com.br/">Boombust</a> e que tem como objetivo <strong>promover uma maior troca de informações sobre as melhores práticas de uso das mídias sociais</strong>, principalmente sob o ponto de vista das suas aplicações aos negócios das empresas.</p>
<p>Com base nisso, fui convidado para moderar um dos painéis propostos, a saber:</p>
<h3><span class="post-calendar"><strong>Modelos de negócios para a web 2.0</strong></span></h3>
<ul>
<li>Moderador: Ricardo Cabianca (<a href="http://cabianca.net/blog/wb4bc-negocios-online/">WB4B/C’</a>)</li>
<li>Debatedores convidados:
<ul>
<li>Stelleo Tolda (<a href="http://mlonlinegeneration.wordpress.com/">Mercado Livre</a>)</li>
<li>Bob Wollheim <span style="font-size: x-small;">(<a href="http://www.sixpix.com.br/site/">Sixpix Content</a>)</span></li>
<li>Caio Novaes (<a href="http://www.broguiblogs.com/">Brogui Blogs</a>)</li>
<li>René de Paula (<a href="http://www.usina.com/rodaeavisa/">Usina</a>)</li>
</ul>
</li>
</ul>
<p>Seguem então as perguntas e respostas trocadas entre os nossos convidados:</p>
<p><strong>Como aproveitar a colaboração e participação dos consumidores em comunidades, para gerar resultados efetivos (vendas) para o varejo eletrônico? [Ricardo Cabianca]<br />
</strong></p>
<p><strong><span class="post-calendar">Bob Wollheim</span></strong> &#8211; este é um desafio. Se a comunidade tem alguma relação com um produto/serviço/segmento em princípio o varejo eletrônico fica favorecido. Um blog sobre tecnologia favorece a venda de produtos deste segmento? Em tese sim. O problema, a meu ver, é que as comunidades são grupos que se unem espontaneamente porque querem discutir, pensar, questionar, detonar, etc o seu assunto de interesse comum e o fazem de um modo pessoal e individual. Não estão ali pra comprar. Misturar publicidade e/ou varejo no universo da opinião (posts patrocinados ou algo nesta linha) me parece uma temeridade que acaba com a credibilidade do que se escreve ali em pouco tempo e que não é, a meu ver, o papel do blogueiro. Publicidade separada, ali ao lado, em tese deve funcionar bem (banners,. googleads, etc) por haver link direto entre o assunto e a comunidade mas o desafio é das empresas serem capazes de fazer uma comunicação crível, como são as comunidades em si. Nãoo adianta fazer um banner ou link patrocinado dizendo que o produto promete algo que ele não cumpre se exatamente ao lado as pessoas estão discutindo exatamente isso, ou seja, o não cumprimento das promessas do produtos. Em marca apaixonantes com Apple, Nike, etc, fica mais fácil&#8230; pra outras, complicado, penso.</p>
<p><strong><span class="post-calendar">Caio Novaes</span></strong> &#8211; Existe um problema na participação dos consumidores em comunidades, eles podem não gostar de determinado produto e se empenhar para falar mal dele. Porém, quando isso não acontece, o resultado é satisfatório, como quando alguém compra um DVD no submarino e escreve o que achou, etc. Isso influencia a venda posterior com toda certeza. Acredito que as empresas poderiam estimular os usuários a responder mais sobre os produtos, como no caso da Ebit por exemplo, que gera “bits” para cada pesquisa de mercado concluída, onde os mesmos se transformam em cupons que valem prêmios posteriormente.</p>
<p><strong><span class="post-calendar">Stelleo Tolda</span></strong> &#8211; No caso do Mercado Livre esse sempre foi um princípio crucial do negócio. Somos um site web 2.0 desde o nascimento. Quem cria conteúdo e gera comunidades em torno de suas reputações, vendas e compras é o usuário. De uns anos para cá, potencializamos isso com a criação de espaços de geração de conteúdo pela própria comunidade (guias, opiniões e catálogos), isso sem contar o sistema de reputações, perguntas e respostas e qualificações.</p>
<p>Generalizando isso para o mundo virtual, gerar conteúdo com propósito de benefício a toda a comunidade em torno de um site é importante para reverter em vendas. Esse é o princípio das livrarias virtuais, do varejo online como um todo: todos se valem do conteúdo gerado pelo seu cliente para convencer outros usuários com perfis e gostos similares e converter tudo isso em vendas.</p>
<p><strong>Ricardo Cabianca</strong> &#8211; Eu fiz a pergunta e tenho também a minha visão ou possível resposta para ela. É fato que o primeiro passo de um consumidor, quando ele vê uma comunidade ou algo semelhante, capitaneada por uma marca, é imaginar que aquele espaço será usado para “empurrar” produtos, conceitos e venda. Mas nunca devemos olhar para este tipo de estratégia, como única forma de contato com o consumidor. Aliás, é importante sempre avaliar todo o mix de marketing. Portanto, se a empresa tem um bom produto\serviço, um bom relacionamento com o seu consumidor, entrega o que promete, e principalmente, se confia na própria marca e tem a visão moderna de que toda informação vinda dos consumidores tem um valor muito alto e estratégico, a formatação de uma comunidade terá um resultado muito positivo. Sendo assim, respondendo a minha própria pergunta, o melhor aproveitamento de uma comunidade por parte de uma empresa, de varejo eletrônico, é a proximidade e o engajamento do consumidor com a marca.</p>
<p><strong>Ouvi outro dia que umas blogueiras americanas na área de moda disseram em um evento aqui no Brasil (blogs de moda) que blog é tão pessoal,  tão íntimo, tão em primeira pessoa&#8230; que não é lugar onde se deve ganhar dinheiro, ou seja, não é lugar onde se tem publicidade, post patrocinado, etc, etc&#8230;. Qual a sua opinião sobre isso? [</strong><strong><span class="post-calendar">Bob Wollheim]</span></strong></p>
<p><strong><span class="post-calendar">Caio Novaes</span></strong> &#8211; Acredito que se o espaço é tão pessoal, tão íntimo e tão em primeira pessoa, a dona(o) do blog tem todo o direito de fazer com ele o que bem entender, isso inclui publicidade com banner ou contratação de espaço de mídia. Quanto a questão de ética sempre comentada quando este tema é lançado, acredito que se o blog trata de um assunto específico e tem um leitor que ali busca uma informação séria, devemos identificar o post como patrocinado, agora quando o blog trata de um assunto como humor e entretenimento, onde o usuário não busca uma informação séria e um assunto mais direcionado, acredito que não tenha problemas em não colocar a tag “post patrocinado”, pois o usuário estará ali apenas pensando em se entreter, o que uma publicidade bem feita pode até fazer.</p>
<p><strong><span class="post-calendar">Stelleo Tolda</span></strong> &#8211; Não sou totalmente contra nem a favor de se ganhar dinheiro com o blog. A grande questão é: ganhe dinheiro mas assuma que aquele determinado post tem patrocínio da empresa X ou seja transparente com os seus leitores. Vamos supor que você recebeu um aparelho novo para testar e postou suas impressões no blog. Normal. Perfeitamente aceitável desde que você diga que aquele produto lhe foi enviado com este propósito. O que não concordo são textos escritos apenas a favor de determinado produto ou empresa porque eles estão te pagando para fazer aquilo.</p>
<p>Na web, a transparência e a honestidade são a alma do negócio. Acredito que isso resuma tudo!</p>
<p><strong><span class="post-calendar">René de Paula</span></strong> &#8211; Quanto a blogs: na hora em que blogs passam a ter modelo comercial viram veiculo e deveriam mudar de nome. E deveriamos distinguir blogueiros de formadores de opiniao. Pilotar uma ferramenta tao simples como um blog nao eh o mesmo que ter algo relevante para dizer para um público especifico.</p>
<p><strong>Ricardo Cabianca</strong> – Blog é um veículo, tal qual uma revista impressa, um funzine de escola\faculdade, uma rádio pirata, um grande jornal ou portal. Eles geram conteúdo – independente de quem está por trás – e este é o “produto” mais consumido em toda a história da humanidade. E como qualquer veículo, deve ser pautado pela responsabilidade sobre o que é publicado, ou seja, qualquer informação tem seu valor e vai impactar de alguma forma na vida social, seja de quem lê, de quem vende, de quem compra, etc. Sobre ganhar dinheiro com “algo tão pessoal”, me vem a mente, por exemplo, uma biografia. Ou seja, é uma história muito pessoal, que é publicada para ser consumida&#8230;.ou não é?</p>
<p><strong>As redes sociais são a grande febre da web para as empresas neste ano. Assim sendo, você pensa que a empresa deve interferir/participar de todos os ambientes sociais online? Existem locais em que a empresa NÃO deve interferir? [</strong><strong><span class="post-calendar">Stelleo Tolda]</span></strong></p>
<p><strong><span class="post-calendar">Caio Novaes</span></strong> &#8211; As empresas devem monitorar todos os ambientes sociais online, porém, nem todos devem sofrer a interferência ou participação das mesmas. Um exemplo é o Twitter, uma ferramenta onde muitos aproveitam para falar sobre diversos produtos, as empresas devem monitorá-lo, mas uma empresa criar um perfil fake e entrar lá para divulgar e/ou discutir sobre algo, é uma atitude questionável. Os meios estão saturados de publicidade e tem alguns lugares onde elas não são vistas com bons olhos, twitter é um exemplo clássico disso, por ter muitos “formadores de opinião”, um produto pode acabar denegrido ao tentar ser divulgado, por melhor que seja a intenção.</p>
<p><strong>Ricardo Cabianca</strong> – Creio que monitorar todas (ou pelo menos as possíveis) redes sociais é importante para entender o que e como os consumidores vêem a empresa, sua marca, produto ou serviço. Interferir de forma a mudar qualquer questão negativa, só se for para esclarecer, assumir, corrigir, mas sempre sendo efetivamente a própria empresa e não um “fake”, que é totalmente contrário ao conceito de transparência que estamos vendo no meio web atual.</p>
<p><strong>Se web 2.0 e &#8220;conversar&#8221; sao realmente a panaceia universal tanto no relacionamento com clientes quanto no desenvolvimento de produtos e serviços, por que o walled garden da Apple, sempre tao secretiva e mestre no uso de PR tradicional, funciona tao bem? Nao deveriamos ser mais ponderados e reconhecer que web 2.0 funciona em alguns casos mas nao todos? Curiosamente, milhares e milhares de funcionarios da Microsoft tem seus proprios blogs e publicam com muita liberdade&#8230; [</strong><strong><span class="post-calendar">René de Paula]</span></strong></p>
<p><strong><span class="post-calendar">Stelleo Tolda</span></strong> -  Acredito que tenha sido uma estratégia da Apple até então. A Apple privilegiava os membros de sua comunidade, tratando-os com ares de exclusividade, membership, pertencimento. Não significa, no entanto, que eles não façam uso de estratégias virais, baseadas na rede.  O market share da Apple em relação aos computadores é bem pequeno em relação aos seus concorrentes, porém, não é a mesma estratégia que estamos assistindo para o iPhone, por exemplo. Portanto, o jardim secreto e fechado de até então cede espaço às ações virais e ao furor de se desejar um iPhone da Apple. E nisso, a web 2.0 serve a eles muito bem: pulverizando, espalhando e divulgando o produto.</p>
<p>Por outro lado, concordo em que há casos que a web 2.0 não funcione e nem vá funcionar. São casos destinados a públicos, por exemplo, que não estão na rede (seja por opção ou por falta de acesso).<br />
Ricardo Cabianca – Minha visão pode ser simplista, mas tem funcionado para mim: a web é mais um meio e não “O” meio.</p>
<p><strong>Recentemente tivemos downtime da S3 da Amazon, Google Apps, Google Docs, Gmail, Twitter, Blackberry&#8230; Ate que ponto e realmente sensato negocios dependerem diretamente de Cloud Computing ou servicos 100% online? Sem contar a questao de seguranca de dados e privacidade&#8230; [</strong><strong><span class="post-calendar">René de Paula]</span></strong></p>
<p><strong><span class="post-calendar">Stelleo Tolda</span></strong> &#8211; Há duas faces de uma mesma moeda: a primeira é em relação a dispor e oferecer de tudo em um ambiente web. Acesso fácil e ubíquo. A segunda questão diz respeito à privacidade e segurança: neste caso, a empresa deve avaliar bem a sua estratégia. Se for uma companhia que prima pelos códigos abertos e pela colaboração de pessoas externas à sua empresa, ótimo; do contrário, precisa planejar o que vale ser oferecido no formato de computação em nuvem e o que vale ser mantido como software proprietário.</p>
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