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	<title>Coworkers - Agência de Mídias Sociais &#187; comunicação</title>
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	<description>Agência especializada em estratégias de mídias sociais, responsável pelo posicionamento de grandes marcas na Web 2.0 - Agência Redes e Midias Sociais Corporativas</description>
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		<title>Google+ terá recursos para comunicação nas empresas</title>
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		<pubDate>Wed, 16 Nov 2011 17:31:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcia Costanti</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mídias Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[ambiente corporativo]]></category>
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		<description><![CDATA[Depois de lançar recentemente a versão da Google+ para as empresas, o gigante das buscas agora planeja oferecer novas ferramentas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Depois de lançar recentemente a versão da Google+ para as empresas, o gigante das buscas agora planeja <strong>oferecer novas ferramentas para o meio corporativo</strong>. A idéia é colocar a disposição das companhias, em breve, ferramentas que facilitam a <strong>colaboração e comunicação no local de trabalho</strong>. Segundo Bradley Horowitz, executivo encarregado da rede social, o próprio Google já utiliza os recursos internamente.</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-3435"></span>Durante o anúncio, que aconteceu em um evento da empresa realizado na Califórnia, os executivos afirmaram que as ferramentas da versão local da Google+ têm <strong>transformado a comunicação dentro do Google</strong>, sendo a <strong>plataforma mais usada para interações que antes aconteciam através de outros mecanismos de compartilhamento</strong>, como email, wikis e outros.</p>
<p style="text-align: justify;">Entre as<strong> funcionalidades disponíveis,</strong> estão algumas que agradarão principalmente aos clientes do Google Apps, como a capacidade de compartilhar arquivos do Docs utilizando círculos. O Google Apps reúune Docs, Gmail, Calendar, Talk, Siters, Vídeo e outras aplicações. No entanto, a <strong>utilização da rede social como meio de comunicação interno será diferencial para o ambiente corporativo</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">
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		<title>Reputação Online</title>
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		<pubDate>Wed, 11 May 2011 13:00:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roberta Furtado</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mídias Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão de Reputação Online]]></category>
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		<category><![CDATA[social media]]></category>

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		<description><![CDATA[Gestores de empresas sabem o poder de uma marca forte. Mas, sabem também que, para esta marca ser efetivamente valiosa, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Gestores de empresas sabem o poder de uma <strong>marca</strong> forte. Mas, sabem também que, para esta marca ser efetivamente valiosa, ela precisa passar a ideia certa, estar relacionada na cabeça dos consumidores com conceitos que sejam positivos para a empresa. E construir uma marca forte exige <strong>investimento</strong> em <strong>marketing</strong> e <strong>comunicação</strong>.<span id="more-2998"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Neste sentido, a <strong>internet </strong>vem se tornando há alguns anos uma mídia que <strong>não</strong> se pode negligenciar. E a explicação para isso é simples: a internet <strong>descentralizou</strong> a produção de conteúdo e favoreceu a expressão, a promoção e o compartilhamento de informações. Sendo assim, é imprescindível que haja uma preocupação com a <strong>reputação online</strong>, o que vale tanto para a sua reputação <strong>pessoal</strong> quanto para a reputação da sua <strong>empresa</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas, o que é <strong>Reputação Online</strong>? Uma das definições mais usadas para explicar este conceito é: “Reputação Online é um reflexo do <strong>prestígio</strong> de uma pessoa, empresa ou marca na internet, criado não só para si, mas também para <strong>todas </strong>as pessoas que trocam informações e opiniões sobre o assunto na<strong> internet</strong> através de <strong>fóruns</strong>, <strong>blogs</strong> ou <strong>redes sociais</strong>”.</p>
<p style="text-align: justify;">Você sabe o que é falado na internet sobre a <strong>sua </strong>empresa? <strong>Conhecer</strong> e <strong>monitorar</strong> toda informação compartilhada na internet sobre uma pessoa ou marca faz parte da <strong>Gestão de Reputação Online</strong>.<br />
Os seus <strong>consumidores</strong> estão na rede, mas e <strong>você</strong>?</p>
<p style="text-align: justify;">
]]></content:encoded>
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		<title>Social Commerce e o poder dos consumidores</title>
		<link>http://www.coworkers.com.br/social-commerce-e-o-poder-dos-consumidores/</link>
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		<pubDate>Wed, 13 Apr 2011 13:00:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mariana Rodrigues</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mídias Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[compra]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
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		<category><![CDATA[social commerce]]></category>

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		<description><![CDATA[Social Media + Vendas na Internet? Como unir as ferramentas de mídia social às vendas na Internet? Essa é a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Social Media + Vendas na Internet? Como unir as <strong>ferramentas de mídia social</strong> às vendas na Internet? Essa é a proposta do <strong>Social Commerce</strong>, um conceito recente no Brasil e no mundo mas que já é tendência confirmada para as empresas que querem atuar nas novas mídias ou que já estão atuando.</p>
<p style="text-align: justify;">O Social Commerce é o <strong>e-commerce</strong> envolvendo <strong>relacionamento</strong> entre as pessoas e unindo as ferramentas de mídia social à loja virtual. Assim, a empresa permite que a tecnologia envolva cada vez mais seus consumidores, que prezam por troca de informações e relacionamento nas mídias sociais.</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-2761"></span>Os consumidores já estão nas mídias sociais trocando informações e relacionamentos, porém agora é a vez de as empresas aproximarem ainda mais esses consumidores, levando-os para os ambientes das <strong>lojas virtuais</strong> e proporcionando essa troca tão valorizada dentro de casa. A ideia principal do Social Commerce é fazer com o que consumidor esteja no centro da <strong>estratégia</strong> da empresa nas mídias digitais e que ele possa obter mais informações com a tecnologia que veio para ajudá-lo a comprar melhor e tirar suas dúvidas.</p>
<p style="text-align: justify;">Além do mais, o social commerce permite, a partir da <strong>interação</strong>, que os consumidores se sintam mais seguros ao realizar uma compra, uma vez que a tomada de decisão para a compra é muito influenciada pela opinião de amigos ou pessoas que já tiveram experiência com determinada empresa. Ainda, essa segurança aumenta à medida que os consumidores interagem com a marca, pois essa interação aumenta o <strong>nível de confiança</strong> com a marca, melhora o relacionamento entre as partes e aumenta o poder de barganha dos consumidores.</p>
<p style="text-align: justify;">O poder agora está na mão dos <strong>consumidores</strong> e cabe às empresas traçar um caminho para se aproximar e interagir com eles através de uma <strong>comunicação</strong> direta e instantânea, se preocupando sempre com o relacionamento a ser gerado e mantido entre marca e consumidor.</p>
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		<title>Por que algumas empresas insistem em NÃO ouvir os consumidores da internet?</title>
		<link>http://www.coworkers.com.br/por-que-algumas-empresas-insistem-em-nao-ouvir-os-consumidores-da-internet/</link>
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		<pubDate>Mon, 08 Nov 2010 12:00:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Amanda Dias</dc:creator>
				<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Mídias Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[consumidores]]></category>
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		<description><![CDATA[Muitas empresas ainda acreditam que, por atingir um número infinito de pessoas, a internet deve ser tratada como uma mídia [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Muitas empresas ainda acreditam que, por atingir um número infinito de pessoas, a internet deve ser tratada como uma mídia tradicional de massa. Entretanto, sua massificação esbarra em um obstáculo. Nas mídias tradicionais o consumidor não tem espaço para perguntar e opinar, já na internet e nas redes sociais, o diálogo e o relacionamento é o maior objetivo da atuação dos consumidores, e deveria ser também das marcas. O relacionamento não é massivo, mas ao contrário, exclusivo.</p>
<p style="text-align: justify;">O monitoramento do que é falado sobre a sua marca é muitas vezes ignorado e isso é mais um sintoma de que a internet ainda é muito mal utilizada pelas empresas. É só seguir a lógica; se as redes sociais são um espaço de relacionamento, de diálogo e a empresa não sabe, ou não entende o que o cliente pergunta ou fala sobre ele, o diálogo fica impossibilitado e o objetivo não é atingido.<span id="more-2120"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Comparando o problema com um diálogo tradicional fica mais fácil de entender essa problemática: se você tem um amigo e ao encontrá-lo na rua começa a não entender o que ele fala, se você pergunta uma coisa e ele te fala outra, se você pergunta e ele não escuta, se você repete, mas ele continua não respondendo o que você perguntou logo você se cansa do contato e desiste de falar, encerra a “conversa” e sai disso tudo esperando nunca mais encontrar esse amigo. Quando da próxima vez que você encontrar ele na rua provavelmente vai fingir que não o viu, olha para o lado e mesmo se ele gritar seu nome você finge que perdeu a audição, mas não dá trela. A dinâmica é bem parecida nas redes sociais.</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter size-full wp-image-2124" title="1434121" src="http://www.coworkers.com.br/wp-content/uploads/2010/11/1434121.jpg" alt="" width="400" height="285" /></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">O que acontece é que o mercado não está preparado para ouvir o que o consumidor quer, não está preparado para conversar, afinal nunca precisou ouvir desde a invenção da televisão e do rádio. Sem chance para perguntar e questionar as incríveis vantagens oferecidas, o consumidor era obrigado a acreditar no que ouvia.</p>
<p style="text-align: justify;">O posicionamento está mudando, mas bem vagarosamente na maioria das vezes. O problema para as marcas que estão demorando a entender essas mudanças, é que algumas empresas que tem o apoio de agências especializadas, que sabem lidar com essa dinâmica, estão saindo na frente e conquistando credibilidade e aceitação, sendo destaque em relacionamento e assim referência de serviços e opinião. Dessa forma, se você ainda não percebeu que precisa mudar de postura e que mais, o mercado mudou, é melhor procurar quem já está na frente no mercado e se inserir nesse processo.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Redes sociais no mundo corporativo</title>
		<link>http://www.coworkers.com.br/redes-sociais-no-mundo-corporativo/</link>
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		<pubDate>Thu, 18 Sep 2008 17:41:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Samantha Shiraishi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mídias Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[assessoria de imprensa]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[mundo corporativo]]></category>
		<category><![CDATA[Relações Públicas]]></category>

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		<description><![CDATA[O papel do profissional de Comunicação que se aventura nas novas mídias ainda não tem regras, por isso muitas vezes pareceremos estar em "terra de ninguém" ou "terra de cego onde quem tem um olho é rei"! Mas há um movimento para organizar estas ações.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<p style="text-align: left;">Nesta semana estive num encontro com uma agência de assessoria de imprensa que quer conhecer o mercado das mídias sociais. Não foi minha primeira consultoria sobre o assunto e me fez pensar no quanto as redes sociais estão em voga e nos mitos que estão sendo criados sobre este mercado, que não é tão extraordinário assim. Não sou a única, no mesmo dia, Eduardo Vasques me mandou uma direct message no twitter para contar que postara sobre o assunto em <a href="http://perolasdasassessorias.wordpress.com/2008/09/15/mesmo-erro/" target="_blank">Mesmo erro</a>:</p>
<blockquote><p><em>&#8220;Tenho participado de algumas discussões sobre Relações Públicas 2.0. Mais um termo bonitinho que nada mais é do que cuidar da imagem de uma empresa ou pessoa nas mídias e redes sociais. (&#8230;)</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Naturalmente as empresas do setor (as agências de comunicação, RP e assessorias de imprensa) trilharam o mesmo caminho das agências de publicidade. De um ano para cá, quase todas criaram um “núcleo web”, “núcleo digital”&#8221;</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em><span id="more-348"></span><br />
</em></p>
</blockquote>
<p>Na minha visão, é um nicho e um indício de uma nova época na qual os consumidores deixarão em definitivo de ser receptores passivos dos produtos. Daí a pensar que toda empresa precisa de um blog corporativo e que toda ação  de marketing deverá contemplar veiculação planejada em mídia social, tem uma distância que não acredito que percorreremos tão rápido. Podemos até chegar lá, mas não será amanhã, como afirmam alguns.</p>
<p><img class="size-full wp-image-364 aligncenter" title="Mundo corporativo" src="http://www.coworkers.com.br/wp-content/marcas.jpeg" alt="" width="182" height="273" /></p>
<p style="text-align: left;">Alguns receiam que a entrada das corporações neste espaço que antes era pessoal possa ser um tiro n&#8217;água. Tiane Loureiro escreveu ontem em <a href="http://www.expressaodeideias.com.br/relacoes-contratação de espaço de mídiacas-minimiza-riscos" target="_blank">Relações Públicas minimiza riscos</a> o seguinte:</p>
<blockquote style="text-align: left;"><p><em>&#8220;é óbvio que qualquer conteúdo aparentemente produzido por um usuário comum é tido como mais legítimo e verdadeiro. Quanto mais despretencioso e informal, melhor. Mas o prejuízo pode ser enorme quando se descobre que por trás disso tudo existe um interesse corporativo.&#8221;</em></p></blockquote>
<p style="text-align: left;">E hoje Tiane escreveu comentando o post do Eduardo em <a href="http://www.expressaodeideias.com.br/o-papel-das-relacoes-contratação de espaço de mídiacas-no-mundo-digital" target="_blank">O papel das relações públicas no mundo digital</a>:</p>
<blockquote style="text-align: left;"><p><em>&#8220;De fato, o “hype” é maior do que as reais oportunidades, principalmente para o mercado de RP. Discordo do Edu quando ele diz que as empresas não estão arriscando. Algumas estão, sim, mas não é aos “assessores de imprensa” que recorrem quando pensam em Web. Errar é fato, uma vez que a Internet é um organismo vivo e estamos num constante “teste beta” de tudo o que fazemos.&#8221;</em></p></blockquote>
<p style="text-align: left;">Concordo plenamente com ela. Se estamos começando a caminhar na Internet e devemos dar um passo de cada vez, não é preciso deixar de dar estes passos, mas sim fazê-los com segurança.</p>
<p style="text-align: left;">Ricardo Cabianca motivado por uma conversa nossa no msn postou &#8211; em <a title="Link permanente al post O que sexo e redes sociais tem a ver com seu futuro profissional?" href="http://cabianca.net/blog/o-que-sexo-e-redes-sociais-tem-a-ver-com-seu-futuro-profissional/" rel="bookmark">O que sexo e redes sociais tem a ver com seu futuro profissional?</a> - sobre este crescimento e citava o livro “Click: What Millions of People are Doing Online and Why It Matters” (”O Que Milhões de Pessoas Estão Fazendo Online e Por Que Isso Importa”).</p>
<blockquote style="text-align: left;"><p><em>&#8220;dá para afirmar que o que buscamos na web reflete tanto uma tendência, quanto o comportamento da sociedade e das pessoas. </em></p>
<p><em>E os números apontam um crescimento de buscas por redes sociais, ou seja, as pessoas estão buscando maior interconexão entre elas, baseado no relacionamento &#8211; seja pessoal ou profissional.</em></p>
<p><em>(&#8230;) é certo que o mercado (e segmento) das mídias sociais tendem a crescer, gerando uma excelente demanda de profissionais capazes de gerar negócios e resultados.&#8221;</em></p></blockquote>
<p style="text-align: left;">O papel do profissional de Comunicação que se aventura nas novas mídias ainda não tem regras, por isso muitas vezes pareceremos estar em &#8220;terra de ninguém&#8221; ou &#8220;terra de cego onde quem tem um olho é rei&#8221;! Mas há um movimento para organizar estas ações, como comentou Wagner Fontoura em seu post <a href="http://www.coworkers.com.br/uma-introducao-ao-marketing-boca-a-boca/" target="_blank">Uma introdução ao marketing boca-a-boca</a>, que motivou uma palestra (<a title="Link permanente para Na PUC-SP, discutindo contratação de espaço de mídiacidade em mídias sociais" href="http://boombust.hitechlive.com.br/semana-de-contratação de espaço de mídiacidade-2008-puc-sp/" rel="bookmark">Na PUC-SP, discutindo publicidade em mídias sociais</a>) e está resumido no slide show abaixo.</p>
<p style="text-align: left;"><object width="425" height="355" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="src" value="http://static.slideshare.net/swf/ssplayer2.swf?doc=contratação de espaço de mídiacidade-em-mdias-sociais-1221638688048973-8&amp;stripped_title=contratação de espaço de mídiacidade-em-mdias-sociais-presentation" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><embed width="425" height="355" type="application/x-shockwave-flash" src="http://static.slideshare.net/swf/ssplayer2.swf?doc=contratação de espaço de mídiacidade-em-mdias-sociais-1221638688048973-8&amp;stripped_title=contratação de espaço de mídiacidade-em-mdias-sociais-presentation" allowFullScreen="true" allowScriptAccess="always" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always" /></object></p>
<div style="text-align: left;">Continuo acreditando, como alguns, que mais do que regras, o mercado vai se auto-regular.  Os consumidores do nosso produto (a informação) são críticos e a um toque deixam de assinar o feed ou de nos favoritar, reduzindo as visitas e fazendo o Ibope desabar. E os blogueiros podem fazer campanha contra, o que tem um peso imenso, bom e ruim, como todo buzz costuma ser &#8211; &#8220;falem mal, mas falem de mim&#8221;, será? Anyway, somos, como disse Mauro Brasil &#8211; em <a href="http://casadogalo.com/evangelistas-eles-espalham-a-palavra/" target="_blank">Evangelistas &#8211; Eles espalham a palavra</a> &#8211; webenvagelistas 2.0 e nosso trabalho é</div>
<blockquote style="text-align: left;">
<div><em>&#8220;“pulverizar” conteúdo sobre um determinado evento em ambientes de colaboração online, tais como Blogs, Twitter, Yahoo! Respostas, Orkut, Instant Messengers, entre outros.&#8221;</em></div>
</blockquote>
<p style="text-align: left;">Gostei muito da comparação que ele faz com os evangelistas pioneiros do cristianismo, porque temos que ter em mente que nossas ações serão, inevitavelmente, parte da história, a da concretização desta passagem do comando para o consumidor. E, acima de tudo, porque temos que ser éticos nas nossas ações.</p>
<blockquote style="text-align: left;"><p><em>&#8220;Toda palavra a ser divulgada deve conter fatos e situações verdadeiras. Esta é a condição que diferencia um trabalho sério e profissional: o cuidado com a imagem do cliente.</em></p>
<p><em>Na internet, divulgar conteúdo sobre marcas, pessoas ou produtos deve ser baseado em relações de segurança &#8211; e em fontes fidedignas. Caso contrário, corre-se o risco do descrédito e de que estas ações sejam consideradas uma farsa. A pulverização disso na internet seria castatrófica. Ou uma heresia com a marca do cliente.&#8221;</em></p></blockquote>
<div style="text-align: left;">Agindo assim, considero que as ações corporativas na chamada web 2.0 podem ser bem sucedidas, mas- bom lembrar &#8211; precisam de especialistas nas áreas envolvidas, exigem uma equipe. E aqui entra minha confiança naquela habilidade (que admiro e invejo ao mesmo tempo) que as Relações Públicas têm de planejar suas ações no mundo corporativo. Se nós, jornalistas, fôssemos um pouco assim, muita coisa seria diferente.</div>
</div>
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		<item>
		<title>Uma Introdução ao Marketing Boca a Boca</title>
		<link>http://www.coworkers.com.br/uma-introducao-ao-marketing-boca-a-boca/</link>
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		<pubDate>Thu, 28 Aug 2008 04:53:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Wagner Fontoura</dc:creator>
				<category><![CDATA[Marketing]]></category>
		<category><![CDATA[blogs]]></category>
		<category><![CDATA[buzz]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[ética em contratação de espaço de mídiacidade]]></category>
		<category><![CDATA[marketing boca a boca]]></category>
		<category><![CDATA[marketing viral]]></category>
		<category><![CDATA[Mídias Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>
		<category><![CDATA[seeding]]></category>
		<category><![CDATA[womma]]></category>

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		<description><![CDATA[O marketing boca a boca se propõe a habilitar as pessoas a compartilharem suas experiências. É a aposta no uso da voz do próprio público em prol da marca. São técnicas baseadas nos conceitos de satisfação do cliente, no diálogo franco e aberto com o cliente, transparente, nunca fake.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Segundo a <a href="http://womma.org/">womma &#8211; Word of Mouth Marketing Association</a>, o termo &#8220;marketing boca a boca&#8221; não se refere apenas a criar boca a boca , mas a fazê-lo funcionar dentro de um marketing objetivo.</p>
<p><span id="more-244"></span></p>
<p>São técnicas orientadas para incentivar e ajudar as pessoas a falarem umas com as outras sobre produtos e serviços; fazer pessoas influentes, formadoras de opiniões, saberem sobre as qualidades de um produto ou serviço, na expectativa de que as divulguem no seu círculo de influência.</p>
<p>O marketing boca a boca se propõe a habilitar as pessoas a compartilharem suas experiências. É a aposta no uso da voz do próprio público em prol da marca. São técnicas baseadas nos conceitos de satisfação do consumidor, no diálogo franco e aberto, transparente, nunca fake.</p>
<h3><strong>Os elementos básicos do Marketing Boca a Boca são:</strong></h3>
<ul>
<li>Educar as pessoas sobre seus produtos e serviços</li>
</ul>
<ul>
<li>Identificar as pessoas mais suscetíveis de partilhar as suas opiniões</li>
</ul>
<ul>
<li>Fornecer ferramentas que tornarão mais fácil o compartilhamento de informações</li>
</ul>
<ul>
<li>Estudar como, onde e quando opiniões e pareceres estão sendo compartilhados</li>
</ul>
<ul>
<li>Ouvir e responder aos adeptos, detratores, e neutrais</li>
</ul>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-247" title="word-of-mounth-marketing" src="http://www.coworkers.com.br/wp-content/word-of-mounth-marketing.jpg" alt="" width="500" height="381" /></p>
<h3>Técnicas que estão orientadas para incentivar e ajudar as pessoas a falar umas com as outras sobre produtos e serviços:</h3>
<ul>
<li><strong>Buzz Marketing: </strong>Usando o entretenimento de alto nível ou notícias para pedir às pessoas para falar sobre sua marca.</li>
</ul>
<ul>
<li><strong>Marketing Viral:</strong> Criação de entretenimento informativo ou mensagens que são concebidas para serem transmitidas de uma forma exponencial, muitas vezes por via eletrônica ou por e-mail.</li>
</ul>
<ul>
<li><strong>Community Marketing:</strong> Formando nicho ou o apoio das comunidades que são suscetíveis a partilhar interesses sobre a marca (tais como grupos de utilizadores, fã clubes, e fóruns de discussão); fornecendo ferramentas, conteúdos e informação de apoio a essas comunidades.</li>
</ul>
<ul>
<li><strong>Grassroots Marketing:</strong> Organizar e motivar voluntários a empenhar-se em evangelismo pessoal ou local.</li>
</ul>
<ul>
<li><strong>Marketing de Evangelização:</strong> Cultivo de evangelistas, advogados ou voluntários, que são encorajados a assumir um papel de liderança para ativamente espalhar a palavra em seu nome.</li>
</ul>
<ul>
<li><strong>Seeding: </strong>Colocar o produto à mão do usuário, no momento certo, fornecendo informações ou amostras a indivíduos influentes.</li>
</ul>
<ul>
<li><strong>Marketing de Influência: </strong>identificação das principais comunidades e formadores de opinião que são suscetíveis a falar sobre produtos e têm a capacidade de influenciar a opinião dos outros.</li>
</ul>
<ul>
<li><strong>Cause Marketing:</strong> apoiar causas sociais para ganhar respeito e apoio das pessoas que se sentem fortemente identificadas com a causa.</li>
</ul>
<ul>
<li><strong>Criação de Conversações: </strong>pegar frases, entretenimento, divertimento, jogos, promoções, concebidos para iniciar a atividade boca a boca.</li>
</ul>
<ul>
<li><strong>Brand Blogging:</strong> Criação e/ou ativação de blogs que participam da blogosfera, com espírito aberto, transparentes, opinativos; partilhando informação de valor para a sua comunidade de usuários.</li>
</ul>
<ul>
<li><strong>Programas de Referenciação:</strong> Criação de ferramentas que permitem aos clientes satisfeitos referenciar produtos e serviços aos seus amigos.</li>
</ul>
<p>Em <strong>Mídias Sociais</strong>, campo fértil para o Marketing Boca a Boca, <strong>ouvir o consumidor significa:</strong></p>
<ol>
<li>Não filtrar conversas;</li>
<li>Responder prontamente e com sinceridade às suas preocupações;</li>
<li>Valorizar a opinião do interlocutor, seja ela positiva, negativa ou neutra.</li>
</ol>
<h3>Como fazer?</h3>
<h3 class="first">1. <span onmouseover="_tipon(this)" onmouseout="_tipoff()">Incentivando comunicações</span></h3>
<ul>
<li><span onmouseover="_tipon(this)" onmouseout="_tipoff()">Desenvolvendo ferramentas para tornar mais fácil &#8220;dizer sobre&#8221; a um amigo</span></li>
<li><span onmouseover="_tipon(this)" onmouseout="_tipoff()"><span class="google-src-text" style="direction: ltr; text-align: left;">Criando e/ou utilizando-se de ferramentas de</span> fóruns e comentários</span></li>
<li><span onmouseover="_tipon(this)" onmouseout="_tipoff()">Trabalhando com blogs e outras ferramentas de redes sociais</span></li>
</ul>
<h3>2. <span onmouseover="_tipon(this)" onmouseout="_tipoff()"><span class="google-src-text" style="direction: ltr; text-align: left;">Dando</span> às pessoas alguma coisa para falar</span></h3>
<ul>
<li><span onmouseover="_tipon(this)" onmouseout="_tipoff()">A informação que pode ser partilhada ou transmitida</span></li>
<li><span onmouseover="_tipon(this)" onmouseout="_tipoff()"> Criando publicidade que encoraja a conversa</span></li>
<li><span onmouseover="_tipon(this)" onmouseout="_tipoff()">Trabalhando com o desenvolvimento de elementos a cerca do produto / serviço</span></li>
</ul>
<h3>3. <span onmouseover="_tipon(this)" onmouseout="_tipoff()">Criando comunidades onde as pessoas referenciam</span></h3>
<ul>
<li><span onmouseover="_tipon(this)" onmouseout="_tipoff()">Criar grupos de utilizadores e fã clubes</span></li>
<li><span onmouseover="_tipon(this)" onmouseout="_tipoff()">Apoiar grupos formadores de opinião em torno do seu produto</span></li>
<li><span onmouseover="_tipon(this)" onmouseout="_tipoff()">Debates em fóruns sobre os seus produtos</span></li>
</ul>
<h3>4. <span onmouseover="_tipon(this)" onmouseout="_tipoff()">Trabalhando com comunidades influentes </span></h3>
<ul>
<li><span onmouseover="_tipon(this)" onmouseout="_tipoff()">Encontrar pessoas que são suscetíveis a responder a sua mensagem</span></li>
<li><span onmouseover="_tipon(this)" onmouseout="_tipoff()">Identificando as pessoas que são capazes de influenciar seus clientes-alvo</span></li>
<li><span onmouseover="_tipon(this)" onmouseout="_tipoff()">Informar essas pessoas sobre o que faz e incentivá-las a espalhar a palavra</span></li>
<li><span onmouseover="_tipon(this)" onmouseout="_tipoff()">Boa-fé e esforços para apoiar causas e questões que são importantes para esses indivíduos</span></li>
</ul>
<h3>5. <span onmouseover="_tipon(this)" onmouseout="_tipoff()">Criando evangelistas ou advogados da marca</span></h3>
<ul>
<li><span onmouseover="_tipon(this)" onmouseout="_tipoff()">O fornecimento de ferramentas para reconhecimento de defensores</span></li>
<li><span onmouseover="_tipon(this)" onmouseout="_tipoff()">Recrutar novos possíveis embaixadores, ensinando-lhes sobre os benefícios de seus produtos, e incentivando-os a falar sobre elas</span></li>
</ul>
<h3>6. <span onmouseover="_tipon(this)" onmouseout="_tipoff()">Pesquisando e ouvindo o feedback dos clientes</span></h3>
<ul>
<li><span onmouseover="_tipon(this)" onmouseout="_tipoff()">Monitoramento de conversas on-line e off-line pelos adeptos, detratores e neutrais</span></li>
<li><span onmouseover="_tipon(this)" onmouseout="_tipoff()">Ouvir e responder a comentários, tanto positivos como negativos</span></li>
</ul>
<h3>7. <span onmouseover="_tipon(this)" onmouseout="_tipoff()">Adotando transparência nas conversas</span></h3>
<ul>
<li><span onmouseover="_tipon(this)" onmouseout="_tipoff()">Incentivar as conversas com as partes interessadas</span></li>
<li><span onmouseover="_tipon(this)" onmouseout="_tipoff()">A criação de blogs e outras ferramentas para compartilhar informações</span></li>
<li><span onmouseover="_tipon(this)" onmouseout="_tipoff()">Participar abertamente, de cara limpa, em blogs e discussões on-line</span></li>
</ul>
<h3>8. <span onmouseover="_tipon(this)" onmouseout="_tipoff()">A co-criação e partilha de informações</span></h3>
<ul>
<li><span onmouseover="_tipon(this)" onmouseout="_tipoff()">Envolver os consumidores no seu marketing (feedback em campanhas criativas, permitindo-lhes criar comerciais etc)</span></li>
<li><span onmouseover="_tipon(this)" onmouseout="_tipoff()">Permita o acesso em primeira mão à informação e ao conteúdo pelos agentes de comunicação escolhidos</span></li>
</ul>
<h3>Podem ser consideradas práticas anti-éticas em Marketing Boca a Boca:</h3>
<ul>
<li>Qualquer prática destinada a enganar as pessoas sobre o envolvimento de marketing em uma comunicação;</li>
</ul>
<ul>
<li>Pagar para que agentes de mídias sociais falem (ou promovam) um produto para a empresa, restringindo-lhes a expressão ou manipulando a sua opinião;</li>
</ul>
<ul>
<li>Usar falsas identidades em uma discussão online para promover um produto, tendo, ao longo de um web site, conversa ou promover experiências contra a vontade ou regras estabelecidas pelo titular.</li>
</ul>
<ul>
<li>Usar um software automatizado ( &#8216;bots&#8217;) para postar comentários alheios ou inadequados para outros blogs ou comunidades online.</li>
</ul>
<ul>
<li>Spam: Envio em massa ou e-mails não solicitados ou outras mensagens, sem clara ou voluntária permissão.</li>
</ul>
<ul>
<li>Divulgar informações falsas ou enganosas.</li>
</ul>
<p>No Brasil, a <a href="http://riot.com.br">Riot</a>, empresa pioneira e líder de mercado em <strong>Marketing Viral </strong>no campo das mídias sociais, e à qual assistimos no seu <strong>planejamento estratégico referente à gestão de conteúdos em mídias sociais</strong>, é precursora destas que entendemos ser MELHORES PRÁTICAS, sugeridas pela womma, associação à qual foi a 1a empresa latino-americana a se associar.</p>
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