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	<title>Coworkers - Mídias Sociais &#187; jornais</title>
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	<description>Agência especializada em estratégias de mídias sociais, responsável pelo posicionamento de grandes marcas na Web 2.0 - Redes e Midias Sociais Corporativas</description>
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		<title>Conteúdo móvel e acessível: Apps proliferam na Europa</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Feb 2010 18:13:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafaella Antunes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Marketing]]></category>
		<category><![CDATA[celular]]></category>
		<category><![CDATA[iPhone app]]></category>
		<category><![CDATA[jornais]]></category>
		<category><![CDATA[MWC]]></category>
		<category><![CDATA[Tiago Dória]]></category>

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		<description><![CDATA[No início dessa semana, dias 15 e 16 de fevereiro, grande parte da atenção dos investidores do setor de comunicação estava voltada para o Mobile World Congress (MWC). O evento foi palco, entre outras coisas, do lançamento de aplicativos e modelos de celulares com características comuns: permitir acesso a conteúdos de jornais e revistas em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No início dessa semana, dias 15 e 16 de fevereiro, grande parte da atenção dos investidores do setor de comunicação estava voltada para o <a href="http://www.mobileworldcongress.com">Mobile World Congress</a> (MWC). O evento foi palco, entre outras coisas, do lançamento de aplicativos e modelos de celulares com características comuns: permitir acesso a conteúdos de jornais e revistas em suas telas de tamanho grande.</p>
<p><span id="more-571"></span></p>
<p>Os celulares apresentados favorecem atividades como o compartilhamento de fotos, acesso a games e vídeos. Mas não é só isso. O tamanho e a resolução das telas também fazem com que sejam de fácil manuseio para os usuários, especialmente os que desejam ler conteúdos de jornais e revistas.</p>
<p>Quem já percebeu esta tendência e iniciou investimentos foram jornais como o Le Monde, Le Figaro e L&#8217;Express (todos da França). Os dois primeiros já prometeram implementar, ainda este ano, a cobrança de tarifas para conteúdos Premium. Já o último, aparentemente, aguarda o melhor momento para aderir ao modelo de distribuição de informações, mas mostrou interesse em começar em 2010.</p>
<p>Essa onda de conteúdos disponíveis para usuários de celulares teve início com o extraordinário sucesso alcançado pelo Guardian &#8211; que contabilizou cerca de 70 mil downloads de seu iPhone app em um único mês.</p>
<p>Além disso, os jornais têm ainda mais razões para seguir a mesma rota: A relação custo / benefício aponta positivamente para o uso de celulares &#8211; que põe fim em gastos com impressão, distribuição e transporte, por exemplo.</p>
<p>Esta onda de acessos via celular pode também fazer bombar o número de usuários dos sites de jornais e revistas, alguns, inclusive, já cogitam a possibilidade de oferecer um plus para os leitores cadastrados. O raciocínio é: Se o conteúdo vale a pena ser visto em uma tela pequena (celular), deve também ser valioso quando visto em detalhes, em uma tela maior (no computador). Agora, resta aos estrategistas de mídia lançar idéias para a divulgação deste novo meio.</p>
<p>A tendência foi ratificada em um post escrito por <a href="http://www.tiagodoria.ig.com.br/">Tiago Dória</a>. Ele relatou um estudo sobre a preferência dos usuários de internet por conteúdos gratuitos. Apesar disso, o mesmo levantamento deixou claro que conteúdos pagos têm seu lugar, principalmente, levando-se em consideração a oferta de produtos e serviços para nichos específicos.</p>
<p>Segundo Dória, a<a href="http://www.tiagodoria.ig.com.br/2010/02/17/gratuito-e-bem-melhor-mas-o-pago-tem-a-sua-chance/"> Changing Models: A Global Perspective on Paying for Content Online</a>, uma pesquisa global da Nielsen a respeito de conteúdo pago &#8211; que contemplou dados de 27 mil pessoas em 52 países &#8211; “a maioria dos usuários (85%) prefere que o conteúdo na internet se mantenha gratuito, porém mais de 50% estaria propenso a pagar diretamente por filmes, músicas e games”. Nesse caso, o detalhe que chama atenção é que se o “conteúdo é relevante e tem valor, as pessoas têm propensão maior a pagar por ele. A grande questão é que os produtores de conteúdo têm que criar ou descobrir qual conteúdo realmente proporciona valor para os seus consumidores”.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>O encontro digital entre as mídias sociais e tradicionais</title>
		<link>http://www.coworkers.com.br/o-encontro-digital-entre-as-midias-sociais-e-tradicionais/</link>
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		<pubDate>Sat, 06 Sep 2008 10:00:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Manoel Fernandes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Debate]]></category>
		<category><![CDATA[jornais]]></category>
		<category><![CDATA[mídia tradicional]]></category>
		<category><![CDATA[Mídias Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[revistas]]></category>
		<category><![CDATA[tv]]></category>

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		<description><![CDATA[A convidados por mim Manoel Fernandes, Publisher da Revista Bites, para colaborarem com o painel 1 do debate proposto pelo Wagner Fontoura, no Boombust, eu pergunto:

"Faz algum sentido a afirmação de que a mídia como conhecemos ainda vai acabar?"]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Silvio Meira  é Cientista-chefe do Centro de Estudos e Sistemas Avançados do Recife (<a href="http://www.cesar.org.br/">Cesar</a>); Kaike Nanne, Diretor do Núcleo de Revistas Semanais da <a href="http://www.abril.com.br/revistas/">Editora Abril</a>; Marcelo Coutinho é Diretor do <a href="http://www.ibope.com.br/">Ibope Inteligência</a>; e Aloisio Sotero BPO da <a href="http://www.dutyfreedufry.com.br/Default.asp?cookie_test=1">Dufry</a> e presidente do <a href="http://teleportodeeducacao.blogspot.com/">Teleporto de Educação</a>.</p>
<p><span id="more-304"></span></p>
<p>Convidados por mim, Manoel Fernandes, Publisher da <a href="http://www.bites.com.br/">Revista Bites</a>, para colaborarem com o painel 1 do debate proposto pelo Wagner Fontoura, no <a href="http://boombust.hitechlive.com.br/midias-sociais-em-debate-2008/">Boombust</a>, eu lhes pergunto:</p>
<blockquote>
<h3>&#8220;Faz algum sentido a afirmação de que a mídia como conhecemos ainda vai acabar?&#8221;</h3>
</blockquote>
<p><strong><a href="http://www.coworkers.com.br/wp-content/marcelo-coutinho.jpg"><img class="size-full wp-image-306 alignnone" title="marcelo-coutinho" src="http://www.coworkers.com.br/wp-content/marcelo-coutinho.jpg" alt="" width="90" height="120" /></a>R &#8211; Marcelo Coutinho:</strong> “Já proclamaram que o rádio acabaria com o jornal, o videocassete com o cinema e a televisão não sobreviveria à internet. Vale lembrar isso porque na História da mídia uma inovação nunca acabou destruiu outra. O que existiu foi uma acomodação de tecnologias, conceitos e formas. Não creio que os veículos como conhecemos hoje irão desaparecer. É um erro pensar dessa forma. O que acredito é que haverá uma reformulação profunda em como a comunicação é feita. A mídia de massa onde um fala para muitos (broadcasting) fica mais frágil a cada dia. Em seu lugar apareceu o socialcast, modelo no qual muitos falam com muitos. E vejo movimentos da mídia que podemos chamar de tradicional no sentido de entender essa nova ordem e se ajustar da melhor forma a tudo o que está acontecendo.”</p>
<p><strong><a href="http://www.coworkers.com.br/wp-content/kaike-nanne.jpg"><img class="size-full wp-image-307 alignnone" title="kaike-nanne" src="http://www.coworkers.com.br/wp-content/kaike-nanne.jpg" alt="" width="90" height="118" /></a>R &#8211; Kaike Nanne:</strong> “O bom conteúdo sempre terá leitores. Independente da plataforma que ele esteja sendo produzido: papel ou internet. Hoje fazemos revistas e acreditamos que esse veículo que transporta toda a informação que produzimos na Abril ainda terá uma vida longa. Nada impede que ela divida espaço com novos modelos que ainda estão sendo construídos. É muito cedo para identificar qual o melhor caminho a ser seguido, mas em toda a sua trajetória a Abril sempre teve uma crença de que o bom conteúdo é sempre o melhor diferencial para construir relevância entre os seus leitores. Esse é o nosso DNA. Você pode ser um expert em técnicas de indexação no Google, entender como poucos a lógica que permite aparecer nas primeiras páginas do serviços de busca ou até mesmo escrever utilizando palavras-chave. Mas, se o conteúdo não for bom, o leitor não construirá uma relação de fidelidade com a sua marca. Meu resumo é simples: sem o bom conteúdo não existe relevância. Tanto no mundo offline quanto online.”</p>
<p><strong><a href="http://www.coworkers.com.br/wp-content/aloisio-sotero.jpg"><img class="size-full wp-image-308 alignnone" title="aloisio-sotero" src="http://www.coworkers.com.br/wp-content/aloisio-sotero.jpg" alt="" width="90" height="120" /></a>R &#8211; Alosio Sotero:</strong> “Todo esse debate se resume a uma palavra: conversas. As pessoas querem se conversar e a mídia também sofre com a falta de diálogo. Ao escrever uma reportagem o jornalista que aqui chamaria de clássico imagina que aquele assunto terá relevância na agenda do leitor. O raciocínio é simples. De maneira empírica, o profissional escuta o “talk of the town” e o traduz na forma de conteúdo. Só que essa percepção hoje pode ser encontrada dentro das redes digitais de relacionamento, que muitos conhecem como redes sociais. A voz das pessoas está no Orkut, no Facebook, no MySpace e é para lá que a mídia deve olhar, como também as marcas tradicionais. Não sou jornalista, mas enxergo que o jornalista é o único em condições de entender e traduzir esse fenômeno para o restante da sociedade. Por isso, a mídia como existe hoje não vai acabar. Ela só precisa ser reinventada.”</p>
<p><strong><a href="http://www.coworkers.com.br/wp-content/silvio-meira.jpg"><img class="size-full wp-image-309 alignnone" title="silvio-meira" src="http://www.coworkers.com.br/wp-content/silvio-meira.jpg" alt="" width="89" height="120" /></a>R &#8211; Silvio Meira</strong>: “Vamos começar pelo final. A mídia tradicional já acabou. O que falta é encontrar algo para colocar no lugar. O que é não sei, mas precisa ser algo tão amplo e bem produzido como conhecemos hoje. Também defendo o conteúdo de qualidade. Como vamos empacotá-lo esse é um problema que a própria rede irá resolver.”</p>
<p><strong><a href="http://www.coworkers.com.br/wp-content/manoel-fernandes.jpg"><img class="size-full wp-image-310 alignnone" title="manoel-fernandes" src="http://www.coworkers.com.br/wp-content/manoel-fernandes.jpg" alt="" width="90" height="120" /></a>R &#8211; Manoel Fernandes:</strong> “Nesse aspecto gostaria de contribuir lançando para todos um conceito que defendemos dentro da Bites: o jornalismo de indexação. Acreditamos que podemos unir em um único espaço a qualidade editorial e as técnicas de indexação que permitem as pessoas nos encontrarem nos serviços de busca. Os jornalistas precisam lembrar que são jornalistas. São eles que apuram, contextualizam e entregam a notícia dentro de padrões de qualidade que o leitor ou internauta está acostumado. Só que isso, hoje não é mais suficiente. É preciso saber escrever com palavras-chave para ser melhor indexado. A essência da profissão e da mídia permanece. O que muda é a técnica.”</p>
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