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	<title>Coworkers - Agência de Mídias Sociais &#187; Mobile</title>
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	<description>Agência especializada em estratégias de mídias sociais, responsável pelo posicionamento de grandes marcas na Web 2.0 - Agência Redes e Midias Sociais Corporativas</description>
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		<title>Remessa de Smartphones pode alcançar um bilhão até 2016: crescimento do Mobile Marketing</title>
		<link>http://www.coworkers.com.br/remessa-de-smartphones-pode-alcancar-um-bilhao-ate-2016-crescimento-do-mobile-marketing/</link>
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		<pubDate>Wed, 27 Jul 2011 20:11:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roberta Furtado</dc:creator>
				<category><![CDATA[Marketing]]></category>
		<category><![CDATA[celular]]></category>
		<category><![CDATA[Mobile]]></category>
		<category><![CDATA[mobile marketing]]></category>
		<category><![CDATA[publicidade]]></category>
		<category><![CDATA[smartphones]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>

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		<description><![CDATA[O número de marcas brasileiras que utilizam o mobile marketing para se relacionarem com seus clientes cresceu cerca de 50% [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O número de marcas brasileiras que utilizam o <strong>mobile marketing </strong>para se relacionarem com seus clientes cresceu cerca de <strong>50% </strong>neste ano. Os dados apontam para o fato de que a tecnologia móvel no país possui forte potencial de expansão. Se atualmente todos os brasileiros possuem pelo menos um aparelho celular, em breve os smartphones farão parte de uma parcela bem maior da população. Isto porque um levantamento realizado pela <strong>IMS Research</strong> conclui que a remessa mundial destes aparelhos chegará a um bilhão em 2016!<span id="more-3174"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Estes dados afirmam, portanto, que os smartphones serão responsáveis por 50% do número total de aparelhos celulares vendidos no mundo. A redução dos preços dos aparelhos, decorrentes de subsídios e investimentos por parte dos fornecedores será a principal responsável por multiplicar o número de usuários de smartphones em países emergentes. Paralelamente, os gastos com publicidade móvel devem triplicar até 2012, alcançando a marca de cerca de sete bilhões de dólares.</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter size-large wp-image-3176" title="pessoas-smartphone" src="http://www.coworkers.com.br/wp-content/uploads/2011/07/pessoas-smartphone-1024x682.png" alt="" width="680" height="452" /></p>
<p style="text-align: justify;">Com a constante competição entre as marcas no que diz respeito ao o segmento de <strong>smartphones</strong> Premium (que possuem inúmeros recursos e ferramentas), os aparelhos de custo mais baixo serão responsáveis por boa parcela deste aumento nas vendas. Novas tecnologias como 3D, biometria, integração entre dispositivos e a disputa entre tablets e netbooks manterão aquecido o mercado dos smartphones, tanto convencionais, quanto os mais elaborados.</p>
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		<title>Infográfico: Qual a real importância dos aplicativos?</title>
		<link>http://www.coworkers.com.br/infografico-qual-a-real-importancia-dos-aplicativos/</link>
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		<pubDate>Fri, 19 Nov 2010 13:23:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mariana Rodrigues</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mobile]]></category>
		<category><![CDATA[app]]></category>
		<category><![CDATA[celular]]></category>
		<category><![CDATA[Facebook]]></category>
		<category><![CDATA[infográfico]]></category>
		<category><![CDATA[smartphones]]></category>
		<category><![CDATA[twitter]]></category>

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		<description><![CDATA[A cada dia cresce o número de pessoas com acesso à internet em seus smartphones e com isso cresce o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<div style="text-align: justify;">A cada dia cresce o número de pessoas com acesso à internet em seus smartphones e com isso cresce o número de aplicativos compartilhados e a variedade dos mesmos. Uma <a href="http://epocanegocios.globo.com/Revista/Common/0,,EMI187056-16370,00-QUASE+METADE+DOS+AMERICANOS+JA+BAIXOU+ALGUM+APLICATIVO+PELO+CELULAR.html">reportagem</a> do dia 11 de novembro no portal  <a href="http://epocanegocios.globo.com/">Época Negócios</a>, divulgou que nos Estados Unidos, <strong>42% dos usuários de telefone móvel</strong> já baixaram aplicativos, sendo que 25% deles são utilizados diariamente.</div>
<p style="text-align: justify;">Os aplicativos de celular estão cada vez mais populares e com isso passam a ter papel de destaque na vida dos usuários. O infográfico abaixo dá um panorama sobre o crescimento da indústria de aplicativos, incluindo dados demográficos, frequência de uso e outros dados que mostram o quão importante os aplicativos estão se tornando em nosso dia a dia.</p>
<div><span id="more-2158"></span></div>
<div><img class="aligncenter size-full wp-image-2161" title="ft-apps-9212" src="http://www.coworkers.com.br/wp-content/uploads/2010/11/ft-apps-9212.png" alt="app" width="702" height="2438" /></div>
<div style="text-align: center;"><em>Caso não consiga visualizar este infográfico, clique <a href="http://www.coworkers.com.br/wp-content/uploads/2010/11/ft-apps-9212.png">aqui</a>.</em></div>
</div>
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		<title>Infográfico &#8211; Como os adultos usam seus celulares?</title>
		<link>http://www.coworkers.com.br/infografico-como-os-adultos-usam-seus-celulares/</link>
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		<pubDate>Fri, 24 Sep 2010 13:00:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vinicius Mont Serrat</dc:creator>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[adultos]]></category>
		<category><![CDATA[celulares]]></category>
		<category><![CDATA[comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[estudos]]></category>
		<category><![CDATA[Mobile]]></category>

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		<description><![CDATA[Um estudo realizado recentemente pela Pew Internet observou o comportamento dos adultos americanos com seus celulares. O estudo afirmou que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Um estudo realizado recentemente pela <strong>Pew Internet </strong>observou o comportamento dos adultos americanos com seus celulares. O estudo afirmou que <strong>72% dos adultos</strong> americanos usam regurlamente seus celulares para enviar e receber mensagens de texto. Enquanto este fato é similar em relação a percentagem de adolescentes americanos que enviam e recebem mensagens de texto (87%), os adultos ainda enviam cerca de <strong>1/5 do número de mensagens </strong>enviadas pelos jovens. O estudo, ilustrado no infográfico abaixo, tem ainda uma série de outras descobertas interessantes. Confira:<span id="more-1920"></span></p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-1925" title="infografico-mobile" src="http://www.coworkers.com.br/wp-content/uploads/2010/09/infografico-mobile.jpg" alt="" width="705" height="2115" /></p>
<p style="text-align: center;">Para visualizar o infográfico em tamanho real, <a href="http://www.coworkers.com.br/wp-content/uploads/2010/09/infografico-mobile.jpg">clique aqui</a>.</p>
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		<title>A tecnologia pode ajudar na aproximação dos alunos com a escola</title>
		<link>http://www.coworkers.com.br/a-tecnologia-pode-ajudar-na-aproximacao-dos-alunos-com-a-escola/</link>
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		<pubDate>Wed, 22 Sep 2010 13:00:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Amanda Dias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mídias Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
		<category><![CDATA[escolas]]></category>
		<category><![CDATA[Mobile]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[twitter]]></category>

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		<description><![CDATA[Não é de hoje que a discussão que envolve as salas de aula e as tecnologias existe. Desde a popularização [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não é de hoje que a discussão que envolve as <strong>salas de aula </strong>e as <strong>tecnologias</strong> existe. Desde a popularização do computador e da internet a questão de aliar os aprendizados escolares com as “novas” mídias é uma polêmica constante entre educadores que defendem e que são contra essa junção.</p>
<p>No dia a dia conseguimos perceber que o posicionamento radical contra a introdução da tecnologia e das mídias sociais no ambiente escolar vem diminuindo, entretanto o trabalho para a aceitação e utilização integral nas salas de aula ainda tem um longo caminho a ser percorrido, afinal, essa introdução representa mudanças na dinâmica social e cultural.</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-1914"></span></p>
<p>Em exemplos práticos de como poderia funcionar a dinâmica entre escola e comunicação digital, pensemos no <strong>Twitter</strong>: algumas escolas já começaram a trabalhar com a ideia de usá-lo para incentivar a pesquisa dos alunos. Um professor de Biologia, por exemplo, poderia utilizar sua página para twittar informações curiosas sobre determinado assunto, de forma a incentivar a procura e introduzir o assunto que seria tratado em sala de aula. Além do Twitter, ações como essas poderiam ser desenvolvidas em Blog, Facebook, e em diversas redes sociais que fizessem parte do dia a dia dos alunos.</p>
<p>Pensando em <strong>ferramentas mobile</strong>, todo jovem adora tecnologia, e não há a necessidade de se pensar em aplicativos complicados, basta um SMS com resumos ou exercícios que podem, inclusive ser respondidos por mensagem também. O que importa disso tudo é o professor passar informações relevantes e que ao mesmo tempo faça com que o aluno encaixe na realidade e nas atividades rotineiras.</p>
<p>A criatividade para uso da comunicação digital deve ser entendida como um avanço que facilitará a aproximação do aluno com o professor e com a disciplina, além de incentivar a pesquisa na web por assuntos relevantes. Um blog de um professor, por exemplo, pode se tornar fonte segura para pesquisa e aprendizado.</p>
<p>Alguns colégios já estão começando a aplicar essa tecnologia que vai além de uma sala que na maioria do tempo fica fechada e poucos professores que tem acesso para darem aulas muitas vezes monótonas e sem participação dos alunos.</p>
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		<title>Infográfico &#8211; The New Marketing Trifecta</title>
		<link>http://www.coworkers.com.br/infografico-the-new-marketing-trifecta/</link>
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		<pubDate>Wed, 18 Aug 2010 13:00:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vinicius Mont Serrat</dc:creator>
				<category><![CDATA[Marketing]]></category>
		<category><![CDATA[email]]></category>
		<category><![CDATA[infográfico]]></category>
		<category><![CDATA[Mobile]]></category>
		<category><![CDATA[social media]]></category>

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		<description><![CDATA[Como as empresas estão usando e integrando suas estratégias de marketing nas mídias sociais, no email marketing e no mobile [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Como as empresas estão usando e integrando suas estratégias de marketing nas mídias sociais, no email marketing e no mobile marketing? Um estudo bem interessante que resultou em um infográfico, produzido pela <a href="http://www.flowtown.com/blog/the-new-marketing-trifecta?display=wide">Flowtown</a>, ilustra bem este comportamento.</p>
<p><span id="more-1543"></span></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1557" title="ft-new-marketing-trifecta" src="http://www.coworkers.com.br/wp-content/uploads/2010/08/ft-new-marketing-trifecta.png" alt="" width="750" height="561" /></p>
<p><a href="http://www.coworkers.com.br/wp-content/uploads/2010/08/ft-new-marketing-trifecta.png">Clique aqui</a> para ampliar o infográfico.</p>
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		<title>A hora e a vez de mídias como os microblogs, o mobile, o vídeoshare, podcasts e afins</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Sep 2008 22:49:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Helton Kuhnen</dc:creator>
				<category><![CDATA[Debate]]></category>
		<category><![CDATA[microblogs]]></category>
		<category><![CDATA[Mídias Sociais]]></category>
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		<description><![CDATA[Foram convidados para essa discussão o Gilberto Soares Filho (Knuttz do Uêba), Edson Mackeenzy (Videolog) e Gustavo Jreige (Pólvora). Fique a vontade para discutir junto com os convidados.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Brasil, como todos sabem, passa por um momento de evolução e amadurecimento dos veículos de mídia social. O debate que irei &#8220;mediar&#8221; aqui será sobre microblogs, videoshare, podcasts e mobile como veículos de Mídias Sociais.</p>
<p><span id="more-300"></span></p>
<p>Como bons exemplos de ferramentas cito o Twitter e seu formato de microblog, disseminando informação de forma rápida e prática, o Videolog e YouTube como compartilhadores de vídeos, e os sistemas operacionais e navegadores como plataformas de celulares e smartphones.</p>
<p><a href="http://boombust.hitechlive.com.br/midias-sociais-em-debate-2008/">Foram convidados</a> para essa discussão o Gilberto Soares Filho (o Knuttz, do <a href="http://ueba.com.br/">Uêba</a>), Edson Mackeenzy (fundador do<a href="http://videolog.uol.com.br/">Videolog</a>) e Gustavo Jreige (sócio da <a href="http://www.polvoracomunicacao.com.br/">Pólvora Comunicação</a>). Fique a vontade para discutir junto com os convidados.</p>
<div><strong>Mackeenzy</strong> <strong>pergunta:</strong></p>
<blockquote><p><strong>Na França, o computador é chamado de organizador e é tido como uma ferramenta que se dispõe a colaborar com essa função. Desde que o Rio de Janeiro era Capital do Brasil e os jornais eram escritos em Inglês, nós bra&#8221;Z&#8221;ileiros sempre tivemos como parâmetro iniciativas internacionais. Com base nesta linha de pensamento eu pergunto: Por que Gigantes como o Google não são consideradas concorrentes? Na opinião de vocês, é uma atitude inteligente dos portais deixar de gastar com inovação para gastar com marketing?</strong></p></blockquote>
</div>
<div><strong>GIlberto Soares Filho: </strong>O Google ganhou uma dimensão tão absurdamente grande, que consegue ser aliado, e concorrente de um mesmo serviço. Mas o fato é que, salvo atividades muito específicas, ele contribui mais que concorre. Em toda a história das comunicações sempre tivemos players desproporcionais, nesta era da internet, este player é o Google. Ou seja, é inevitável.No que tange à ausência de investimento dos grandes portais em inovação, eu vejo como algo normal, eles primeiro tem que garantir seu próprio modelo de negócio. Os portais terminam sendo, no final das contas, as empresas &#8220;tradicionais&#8221; da internet, pelo menos no Brasil, os maiores players são derivados de conglomerados de &#8216;tijolos&#8217; com muitos acionistas e cultura corporativa conservadora.</div>
<p>O que falta, até onde eu saiba, mas posso estar errado, mais que o próprio investimento, é que eles abram um pouco a cabeça e invistam no potencial de seus próprios funcionários, fazendo como o Google faz ao dar tempo dentro do expediente para o desenvolvimento de idéias próprias, ou o que o Yahoo Birckhouse faz ao prover força de trabalho e auxílio tecnológico aos projetos que ali chegam. É mais uma questão de cultura corporativa que propriamente financeiro.</p>
<p><strong>Gilberto Soares Filho pergunta:</strong></p>
<blockquote><p><strong><span style="font-weight: normal;"><strong>Há atualmente, uma forte tendência de uso dos mircroformatos como sites sociais, mesmo porque eles têm excelente usabilidade móvel. Mas o que eu vejo, são sites sustentados por capital de risco, o Twitter por exemplo, ainda não encontrou a maneira de fazer dinheiro, e o capital de risco não vai durar para sempre. Qual o caminho ou direção estes sites deveriam seguir em busca de um modelo sustentável? Como tornar rentáveis estas excelentes ferramentas</strong>?&#8221;</span></strong></p></blockquote>
<div><strong>Mackeenzy: </strong>Noooooossssaaaa, que excelente pergunta Gilberto, ela vale US$ 1 milhão. Ter uma empresa não é facil, transformá-la em um negócio rentável é coisa de herói, por isso sempre venero empreendedores. Infelizmente o que se tem visto muito por ai são pessoas criativas conseguindo dinheiro fácil e criando coisas sem se preocupar em como pagar o dinheiro gasto. Nós do Videolog nunca tivemos capital externo, viabilizamos o Negócio de vídeos na Internet com venda de mídia e serviços ligados a vídeo na Internet. Nós já tivemos algumas boas propostas  de investimento, mas ainda não foi necessário aceitar, mas receber capital externo não está descartado de nosso plano. Conseguimos atingir a marca de 12 milhões de vídeos assistidos e estamos crescendo 10% ao mês, oferecendo ferramentas de qualidade. Não vou dizer quanto faturamos, mas se eu tivesse que pagar por esta pergunta, ainda sobraria no meu caixa rsrsrsr.</div>
<div>
<p><strong>Gustavo Jreige questiona:</strong></p>
<blockquote><p><strong> </strong><strong>A comunicação transcende as palavras. Cada vez mais a produção de conteúdo é multimídia, colaborativa, convergente e instantânea. Como as empresas de comunicação tradicional podem atuar de forma eficiente nesse novo cenário?</strong></p></blockquote>
</div>
<div><strong>Gilberto Soares Filho : <span style="font-weight: normal;">Primeiro elas precisam se &#8220;desarmar&#8221;, no sentido de que não adianta elas baterem no modelo de produção de conteúdo que está se formando, em outras palavras, elas tem que aceitar que este é um modelo que surgiu em contraponto ao que já existia, e que a cada dia torna mais obsoleto o modelo tradicional.</span></strong></div>
<div>
<p>O ritmo das mudanças é cada vez mais frenético; novas tecnologias e formas de produzir e distribui esta produção surgem, e somem, com uma imensa rapidez. Para ter eficiência neste novo modelo, as empresas precisam de material humano capaz de, não apenas entender o que já está aí, mas mais importante, ser capaz de identificar quais mudanças devem, ou não, ser absorvidas.</p>
<p><strong>Mackeenzy:</strong> Mack: Gustavo,  a competição  faz parte da natureza do homem, sendo que este mesmo ser, agora está criando um novo mundo, um ambiente colaborativo onde todos estão em igualdades de condições onde o diferencial é o estilo e o conteúdo. Em minha opinião, empresas de comunicação tradicional devem entender que o mundo mudou, que o tradicional é base para o revolucionário; e tudo o que elas tem que fazer é descer de seu pedestal de &#8220;Senhor do Saber&#8221;, compartilhar tudo o que aprenderam até hoje, aceitar que existem muitos jovens que podem contribuir com conhecimento, mixturar tudo e criar seu próprio estilo.</p>
</div>
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