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	<title>Coworkers - Agência de Mídias Sociais &#187; redes sociais</title>
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	<description>Agência especializada em estratégias de mídias sociais, responsável pelo posicionamento de grandes marcas na Web 2.0 - Agência Redes e Midias Sociais Corporativas</description>
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		<title>Anúncios aparecem no perfil dos usuários já em 2012</title>
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		<pubDate>Wed, 21 Dec 2011 19:00:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcia Costanti</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Mal acabou 2011 e as novidades para as redes sociais que vão chegar no próximo ano já começam a aparecer. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Mal acabou 2011 e as <strong>novidades para as redes sociais que vão chegar no próximo ano já começam a aparecer</strong>. Uma das primeiras delas é que os<strong> usuários do Facebook podem aguardar para 2012 o aparecimento das Histórias Patrocinadas em suas timelines.</strong> Segundo um representante da companhia, os anúncios já devem começar a estar disponíveis nos perfis dos internautas em Janeiro.</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-3632"></span>O intuito é que <strong>cada usuário veja a História Patrocinada apenas uma vez por dia em seu mural</strong>, para não inundar a timeline de anúncios e assim irritar o internauta. Além disso, será possível <strong>visualizar apenas as histórias das empresas que o usuário curte a fan page e que, conseqüentemente, a pessoa tenha interesse em acompanhar.</strong></p>
<p style="text-align: justify;"> As<strong> publicidades serão exibidas no feed de notícias, junto com atualizações de amigos da rede social.</strong> Para identificá-las, haverá a tag com a palavra “Sponsored”, que significa “patrocinado”. O termo aparecerá na parte inferior do post.</p>
<p style="text-align: justify;">
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		<title>Grandes razões para o engajamento dos CEOs nas redes sociais</title>
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		<pubDate>Fri, 02 Dec 2011 18:08:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcia Costanti</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Com o constante crescimento das redes sociais como principal tendência da web, as marcas se preocupam cada vez mais em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Com o constante crescimento das <strong>redes sociais como principal tendência da web</strong>, as marcas se preocupam cada vez mais em estar presente no mundo digital. Mais que presença, as empresas buscam se aproximar de seus clientes e firmar um relacionamento produtivo através da rede. <strong>Interagir e monitorar como os internautas vêem a marca é fundamental para analisar o que precisa ser modificado para conquistar a audiência</strong>. Agora, os CEOS das empresas têm compreendido o poder das plataformas sociais e buscam usá-las regularmente, agregando benefícios para sua imagem pessoal e para os negócios.</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-3468"></span>O engajamento dos representantes das empresas com o público tornou-se aliado da imagem da <strong>empresa, que ganha popularidade ao aproximar o executivo de seus clientes e oferecer um contato mais informal</strong>. O infográfico abaixo resume o retorno revertido para a organização enquanto o CEO constrói um relacionamento saudável e próximo com o público na web.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="alignnone size-full wp-image-3472" title="infográfico ceos social" src="http://www.coworkers.com.br/wp-content/uploads/2011/12/infográfico-ceos-social.png" alt="" width="600" height="3916" /></p>
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		<title>Integração com redes sociais traz benefícios para e-commerce</title>
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		<pubDate>Wed, 23 Nov 2011 17:02:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcia Costanti</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Algumas pessoas já começaram a se planejar para fazer as compras de natal. Em busca de conforto e praticidade, muitas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Algumas pessoas já começaram a se planejar para fazer as compras de natal. Em busca de conforto e praticidade, muitas delas buscam o <strong>comércio on-line como alternativa para garantir os presentes da família e dos amigos</strong>. Por isso, esta época do ano é um dos momentos mais importantes para o e-commerce. Agora, um estudo mostrou uma tendência interessante diretamente relacionada ao comércio na web: as <strong>redes sociais podem ser fortes aliadas dos sites de vendas.</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-3449"></span></p>
<p style="text-align: justify;">O fato se comprova nas estatísticas que apontam, por exemplo, que <strong>50% dos visitantes das páginas de compra on-line estão conectados ao Facebook.</strong> Isso aponta uma importante possibilidade de integração do e-commerce com as redes sociais. Os sites podem aproveitar esta interação de várias formas, com o <strong>objetivo de atrair mais compradores e gerar negócios, como por exemplo, para aumentar sua base de fãs e utilizar o recurso de recomendações de amigos</strong>.  Outra forma de aproveitamento seria utilizar os dados dos usuários para exibir aos visitantes o que outros amigos compraram ou compartilharam que possam ser compatíveis com o gosto do visitante.</p>
<p style="text-align: justify;">A pesquisa foi realizada pela Sociable Labs e observou o comportamento de mais de 456 mil visitas a mais de uma dúzia de sites de comércio eletrônico.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="alignnone size-full wp-image-3450" title="infográfio comércio eletrônico" src="http://www.coworkers.com.br/wp-content/uploads/2011/11/infográfio-comércio-eletrônico.jpg" alt="" width="660" height="3788" /></p>
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		<title>62% dos brasileiros acessam a web para se conectar às redes sociais</title>
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		<pubDate>Mon, 14 Nov 2011 17:00:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcia Costanti</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Em levantamento divulgado recentemente pela Fecomércio- RJ/Ipsos revelou que as redes sociais são o principal motivo para os brasileiros se [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Em levantamento divulgado recentemente pela Fecomércio- RJ/Ipsos revelou que as <strong>redes sociais são o principal motivo para os brasileiros se conectarem: mais de 60% dos internautas brasileiros tem como prioridade o acesso a estes sites</strong>. Outros dados demonstraram também que cada vez mais o número de habitantes conectados à web cresceu no país: em 2007 o percentual da população que estava na rede era de 27%, número que alcançou os 48% este ano.</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-3431"></span>Logo atrás da utilização das redes sociais vêm outros usos da internet para a população: os sites de pesquisa são responsáveis por 48% dos acessos, seguido pelos emails (34%), sites de notícias (34%), entretenimento (17%) e serviços (17%). Quanto ao local de conexão, <strong>62% dos entrevistados informaram que se conectam a rede quando estão em casa, enquanto 15% utilizam a web em lan houses e no trabalho.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">As estatísticas comprovam que mesmo a f<strong>reqüência do uso entre os internautas brasileiros aumentou:</strong> dentre aqueles que possuem acesso à web, <strong>47% afirmam que diariamente estão online, seguido por 33% que acessam a rede mais de uma vez por semana </strong>e 12% que costumam se conectar uma vez a cada sete dias.</p>
<p style="text-align: justify;">Alguns aspectos podem ser considerados os responsáveis pela expansão do acesso à internet no Brasil, como o aumento do poder aquisitivo da população, os avanços da tecnologia e o comportamento do dólar que favoreceu a importação de peças e produtos. As <strong>dificuldades apontadas pelos brasileiros foram quanto ao conhecimento e uso do computador: 43% afirmaram que não se sentem totalmente seguros ao usar o equipamento</strong>, enquanto outros 38% alegaram que ainda não tinham o computador, e por isso ainda não se conectam. O<strong> levantamento foi realizado com 70 mil pessoas </strong>em nove regiões metropolitanas.</p>
<p style="text-align: justify;">
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		<title>Homens correm mais riscos de invasão nas redes sociais</title>
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		<pubDate>Mon, 07 Nov 2011 16:34:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcia Costanti</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Proteger seus dados nas redes sociais e prezar pela privacidade são atitudes fundamentais para evitar invasões de perfil e roubo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Proteger seus dados nas redes sociais e <strong>prezar pela privacidade são atitudes fundamentais para evitar invasões de perfil e roubo de contas que podem trazer conseqüências sérias na internet</strong>. Preocupados com isso, os usuários tem cobrado cada vez mais <strong>ferramentas de privacidade</strong> para as redes sociais e procurado proteger seus registros. Agora, um estudo realizado pela empresa especializada em segurança online concluiu que os<strong> homens são mais propensos que as mulheres a serem vítimas de roubos de dados nestes sites</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-3418"></span>A pesquisa foi feita através da entrevista com 1649 homens e mulheres dos Estados Unidos e Reino Unido. As questões eram sobre os hábitos adotados por eles nas redes sociais. A constatação foi que <strong>mais de 64% das mulheres costumam rejeitar pedidos de amizades de usuários desconhecidos, enquanto entre os homens este número é de aproximadamente 55%</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">As estatísticas mostram ainda que mais de 24% dos homens liberam a busca de informações pessoais em suas contas, contra 16% das mulheres. Quanto à localização geográfica, mais de 25% deles compartilham a informação nos perfis, enquanto 21% das mulheres divulgam estes dados. A conclusão é de que os<strong> homens se expõem mais a riscos na web do que o público feminino, que restringem mais o acesso aos seus dados pessoais nos perfis.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">
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		<title>Infográfico: a triagem de candidatos através das redes sociais</title>
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		<pubDate>Mon, 24 Oct 2011 17:01:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcia Costanti</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Nos últimos anos, temos observado o crescimento constante do uso das redes sociais no processo de contratação de novos talentos. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Nos últimos anos, temos observado o <strong>crescimento constante do uso das redes sociais no processo de contratação</strong> de novos talentos. Grandes companhias, statups e mesmo pequenos negócios têm agido de forma semelhante, encarando a <strong>análise do perfil dos candidatos na web como parte do processo de contratação</strong>. O serviço de monitoramento de mídias sociais <strong><a href="http://www.reppler.com/">Reppler</a></strong> entrevistou recentemente mais de 300 profissionais da área de contratação que revelaram dados sobre <strong>como utilizam a internet na triagem de seus candidatos.</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span id="more-3396"></span><span style="font-weight: normal;">O infográfico abaixo compila e revela algumas dessas estatísticas. Podemos observar que <strong>mais de 90% dos recrutadores visitam o perfil online do concorrente à vaga durante o processo de escolha e contratação</strong>. Além disso, mostra a importância de se preocupar com a imagem transmitida através das redes sociais: quase <strong>70% destes profissionais já deixaram de contratar alguém por encontrar algum tipo de conteúdo que o desagradou nas redes sociais</strong>. Veja outros dados sobre este processo de triagem:</span></strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-weight: normal;"><img class="alignnone size-full wp-image-3397" title="infográfico contratação mídias sociais" src="http://www.coworkers.com.br/wp-content/uploads/2011/10/infográfico-contratação-mídias-sociais-e1319475656748.jpg" alt="" width="600" height="1322" /></span></strong></p>
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		<title>98% dos brasileiros estarão nas redes sociais até 2015</title>
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		<pubDate>Fri, 14 Oct 2011 16:46:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcia Costanti</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Em um mundo cada vez mais conectado, não é de se espantar que as redes sociais alcancem proporções gigantes nos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Em um <strong>mundo cada vez mais conectado</strong>, não é de se espantar que as redes sociais alcancem proporções gigantes nos próximos anos, em uma velocidade ainda maior do que vêm acontecendo. E, segundo dados divulgados durante o <strong>I Fórum da Internet no Brasil,</strong> esta expectativa deve mesmo se confirmar. As projeções apontam que <strong>em 2015, 98% dos internautas brasileiros estarão cadastrados em alguma rede social</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-3381"></span>Além  de crescer o número de usuários nas redes sociais, o <strong>acesso à internet chegará a 80% dos lares brasileiros</strong>. Atualmente, este número varia entre 30% e 40%. Os motivos responsáveis por este aumento são o <strong>Plano Nacional de Banda Larga,</strong> a <strong>redução do custo do acesso à web e do computador e a expansão de cidades com cobertura wi-fi gratuita</strong>. Os especialistas apontam ainda um crescimento na habilidade no uso da internet por parte dos brasileiros.</p>
<p style="text-align: justify;">Com relação à internet móvel, dados do CGI de 2010 mostram que <strong>já existem mais de seis milhões de pessoas que tem acesso à web através de dispositivos móveis. </strong>A principal barreira que impede a expansão da internet mobile no país ainda é o custo elevado. Mesmo assim, a tendência é que os números cresçam nos próximos anos.</p>
<p style="text-align: justify;">
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		<title>A presença das empresas nas redes sociais</title>
		<link>http://www.coworkers.com.br/a-presenca-das-empresas-nas-redes-sociais/</link>
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		<pubDate>Mon, 12 Sep 2011 18:21:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcia Costanti</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A utilização das redes sociais on-line no ambiente corporativo cresce a cada dia. Seja para estabelecer uma comunicação interna mais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A <strong>utilização das redes sociais on-line no ambiente corporativo </strong>cresce a cada dia. Seja para estabelecer uma comunicação interna mais integrada ou para se aproximar do público em geral, as <strong>empresas estão cada vez mais próximas do ambiente digital</strong>. Uma pesquisa recente revelou que <strong>65% delas já utilizam as redes sociais como ferramenta de comunicação</strong>. Por isso, o Instituto Brasileiro de Inteligência de Mercado realizou um <strong>levantamento</strong> com o objetivo de verificar onde as corporações estão presentes e quais atividades executam na web.</p>
<p><span id="more-3289"></span></p>
<p style="text-align: justify;">O infográfico que resume as informações obtidas demonstra dados interessantes. A rede mais utilizada, por exemplo, é o twitter e as <strong>empresas vêem as redes sociais principalmente como recurso para monitorar o mercado</strong>. Além disso, o público entrevistado declarou ainda que <strong>encara as redes sociais como uma forma complementar de comunicação</strong>. Eles acreditam principalmente no f<strong>ortalecimento da marca</strong> como maior benefício destes canais.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="alignnone size-full wp-image-3300" title="infográfico empresas nas redes sociais" src="http://www.coworkers.com.br/wp-content/uploads/2011/09/infográfico-empresas-nas-redes-sociais-e1315587349253.jpg" alt="empresas nas redes sociais" width="600" height="2481" /></p>
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		<title>Google argumenta contra queda nos números do Google+</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Aug 2011 22:59:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roberta Furtado</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Os boatos, números e dados acerca do Google+ se multiplicam todas as semanas. Desde seu lançamento, há cerca de um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Os boatos, números e dados acerca do <strong>Google+</strong> se multiplicam todas as semanas. Desde seu lançamento, há cerca de um mês atrás, as incertezas rodeiam a nova rede social do Google. Será que vai virar um sucesso ou falhar? O público se identificou com o principio do Google+? <span id="more-3188"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Em meio a tantas dúvidas, uma pesquisa divulgada pela empresa <strong>Hitwise Experian </strong> na semana passada apontou que o tráfego na rede social caiu <strong>3%</strong>. Mais que isso: o levantamento concluiu ainda que os usuários permanecem pouco tempo na página, cerca de <strong>15</strong> segundos.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas, enquanto as análises indicam uma queda seqüencial do crescimento do Google+, motivo de euforia no início do mês passado, o Google contraria os números. De acordo com a empresa, o relatório anunciado levou em conta a <strong>quantidade de visitantes</strong> da rede social e não dos <strong>usuários reais</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">O Google argumentou ainda que as métricas das pesquisas não agregam dois modos de interação críticos: o uso de celulares e da barra de navegação, em que os membros interagem com a rede social a partir de outros produtos do Google, como o menu drop-down dentro do Gmail. Por isso, os dados que circulam pela web podem ser considerados incertos. Enquanto isso, o Google+ aprimora suas ferramentas e continua sendo assunto em todas as rodas de discussão sobre as <strong>redes sociais on-line</strong>.</p>
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		<title>Mídias Sociais influenciam na decisão de compra</title>
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		<pubDate>Wed, 06 Jul 2011 19:37:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roberta Furtado</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mídias Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[comportamento de compra]]></category>
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		<description><![CDATA[Mais da metade dos internautas brasileiros buscam informações sobre marcas e produtos nas redes sociais antes de efetuarem a compra. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Mais da metade dos internautas brasileiros buscam informações sobre <strong>marcas</strong> e <strong>produtos</strong> nas <strong>redes sociais</strong> antes de efetuarem a compra. Este número corresponde a <strong>60% </strong>dos usuários. Esta é uma das conclusões de um estudo realizado pela <strong>Oh! Panel</strong>.<span id="more-3156"></span></p>
<p style="text-align: justify;">A pesquisa foi feita no <strong>Brasil</strong>, <strong>Argentina</strong>, <strong>Chile</strong>, <strong>Colômbia</strong>, <strong>Equador</strong> e <strong>Peru</strong>. Neste países,  <strong>79% </strong>dos consumidores disseram confiar nas opiniões de <strong>amigos</strong> e <strong>conhecidos</strong> sobre produtos e marcas. Além disso, <strong>72,8%</strong> deles consideram que as opiniões expressas por amigos nas redes sociais são mais <strong>importantes </strong>que o parecer de especialistas.</p>
<p style="text-align: justify;">Os <strong>brasileiros</strong>, entre os pesquisados, são os que <strong>mais </strong>se relacionam com marcas na internet. Segundo a pesquisa, <strong>81%</strong> dos entrevistados se <strong>relaciona com marcas</strong> na internet. <strong>78,6%</strong> deles têm interesse em conhecer novos <strong>produtos</strong> e <strong>74,7% </strong>têm interesse em saber de <strong>novas ofertas</strong>.</p>
]]></content:encoded>
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