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	<title>Coworkers - Agência de Mídias Sociais &#187; relevância</title>
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	<description>Agência especializada em estratégias de mídias sociais, responsável pelo posicionamento de grandes marcas na Web 2.0 - Agência Redes e Midias Sociais Corporativas</description>
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		<title>Relevância: chave para atingir o público-alvo</title>
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		<pubDate>Fri, 26 Aug 2011 17:59:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcia Costanti</dc:creator>
				<category><![CDATA[Marketing]]></category>
		<category><![CDATA[Mídias Sociais]]></category>
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		<description><![CDATA[O sucesso de uma campanha nas mídias sociais, assim como a evolução de ações na mídia off-line depende sempre do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O<strong> sucesso de uma campanha nas mídias sociais</strong>, assim como a evolução de ações na mídia off-line depende sempre do quão interessante será o <strong>conteúdo que você passará para o seu público</strong>. Pensar em estratégias para aumentar o número de seguidores, fãs ou potencializar as vendas: tudo isso gira em torno da <strong>necessidade de atingir seu público em cheio </strong>e corresponder às expectativas. Para que a sua mensagem <strong>seja eficaz e alcance os objetivos propostos</strong>, a palavra de ordem é relevância!</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-3255"></span></p>
<p style="text-align: justify;">A imagem abaixo representa essa relação. Através dela, podemos chegar ás conclusões lógicas que vão possibilitar a criação de ações que despertem o interesse. Para que isto aconteça, é necessário pensar em <strong>quatro fatores</strong>:</p>
<p style="text-align: justify;">- <strong>Mensagem relevante</strong>: saber o que seu público quer escutar, qual as <strong>expectativas</strong> dele sobre seu conteúdo.</p>
<p style="text-align: justify;">- <strong>Audiência relevante</strong>: é importante traçar quais pessoas você quer atingir, quem são aqueles que você considera interessantes e que vão se transformar em um <strong>público engajado</strong> com a sua marca, produto ou empresa.</p>
<p style="text-align: justify;">- <strong>Local relevante</strong>: a partir do momento que você sabe quem é o seu público, é mais fácil identificar onde ele está. Estar presente nos <strong>canais certos</strong> é o caminho mais curto para conquistar as pessoas que você quer.</p>
<p style="text-align: justify;">- <strong>Hora relevante</strong>: esteja atento ao horário de maior movimentação das mídias onde seu público está para se certificar de que seu conteúdo chegará na hora certa aos olhos de todos.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="alignnone size-full wp-image-3257" title="infografico-alvo-relevancia" src="http://www.coworkers.com.br/wp-content/uploads/2011/08/infografico-alvo-relevancia.jpg" alt="relevância " width="640" height="649" /></p>
<p>Via <a href=":http://www.socialmediaexplorer.com/social-media-marketing/relevance-bulls-eye-infographic/">SocialMediaExplorer </a></p>
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		<title>Infográfico: As redes sociais mais usadas pelas grandes empresas</title>
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		<pubDate>Fri, 10 Dec 2010 12:00:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Amanda Dias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mídias Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing]]></category>
		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>
		<category><![CDATA[relacionamento]]></category>
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		<description><![CDATA[O trabalho nas redes sociais é desenvolvido por todos os tipos de empresas de todos os tamanhos. O estudo realizado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O trabalho nas redes sociais é desenvolvido por todos os tipos de empresas de todos os tamanhos. O estudo realizado pela Ibramerc apontou que 65% das organizações de<strong> médio e grande porte </strong>já utilizam essas mídias como ferramenta de comunicação e divulgação.</p>
<p style="text-align: justify;">O <em>boom</em> do <strong>Twitter</strong> fez com que as empresas começassem a confiar mais nele como uma forma profissional de contato com o público, muito diferente do que algumas ainda enxergam do Orkut, a primeira rede social que realmente fez sucesso no Brasil, e que ainda tem a imagem de rede para jovens.</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-2238"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Logo após o Twitter, a rede social mais usada por essa faixa de empresa é o <strong>Youtube</strong>, canal de vídeos que permite o compartilhamento de conteúdo em imagem, explorando a criatividade das marcas e possibilitando ações de guerrilha e virais.</p>
<p style="text-align: justify;">Estar nas redes já não é mais um diferencial, mas uma necessidade que foge do controle do empresário, já que, principalmente quando se trata de uma marca grande e conhecida, estar ou não inserida nessas mídias não é apenas uma escolha.</p>
<p style="text-align: justify;">Confira abaixo o infográfico que mostra a divisão entre as redes sociais e quais são as consideradas mais relevantes para as empresas de médio e grande porte.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-2239" title="redes-sociais-empresas" src="http://www.coworkers.com.br/wp-content/uploads/2010/12/redes-sociais-empresas.jpg" alt="" width="750" height="3060" /></p>
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		<title>Relevância não é receita de bolo, mas dicas ajudam a melhorar seu posicionamento nas mídias sociais</title>
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		<pubDate>Mon, 25 Oct 2010 16:16:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Amanda Dias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mídias Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[conteúdo]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing]]></category>
		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>
		<category><![CDATA[relevância]]></category>

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		<description><![CDATA[Assuntos relevantes são a principal resposta para a pergunta sobre o que faz alguém seguir outra pessoa, mas o que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Assuntos relevantes são a principal resposta para a pergunta sobre o que faz alguém seguir outra pessoa, mas o que é ser <strong>relevante</strong>? São vários os quesitos que fazem de um conteúdo relevante. Pesquisa elaborada pelo <a href="http://www.pontomarketing.com/">Ponto Marketing </a>apontou questões que aumentam ou diminuem a relevância de conteúdo.</p>
<p style="text-align: justify;">O primeiro e mais notável fator de relevância nas redes sociais são os que acrescentam alguma coisa no leque de <strong>conhecimento</strong> do usuário, esse fator está intimamente ligado a <strong>qualidade de informação</strong>. Incentivar ou potencializar a busca por mais informações também reflete a <strong>importância</strong> <strong>do conteúdo </strong>e de quem escreveu.<span id="more-2055"></span></p>
<p style="text-align: justify;">A <strong>atualidade</strong>, assim como <strong>quem</strong> <strong>informa</strong>, são outros dois fatores que aumentam a relevância do conteúdo, ou seja, se a informação for recente, maior a possibilidade de ser relevante e se quem escreve for alguma referencia no assunto, este grau também aumenta. Seguindo esta linha de raciocínio, podemos concluir que, se o Felipe Massa começar a escrever sobre automobilismo terá mais acessos e maior relevância para os leitores, quando comparado a qualquer pessoa desconhecida que se aventurar neste segmento.</p>
<p style="text-align: justify;">Entretanto, temos que considerar que todos esses fatores devem atuar de forma conjunta e que eles são potencializados quando o <strong>tempo</strong> de existência do canal é analisado. Perseverança também conta. Para finalizar: acréscimo de fatores aumentam a relevância, decréscimo diminui.</p>
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		<title>As notícias nas redes sociais: Uma questão de confiança e relevância</title>
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		<pubDate>Fri, 15 Oct 2010 21:35:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Amanda Dias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mídias Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[conteúdo]]></category>
		<category><![CDATA[interatividade]]></category>
		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>
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		<description><![CDATA[Uma questão que sempre vem à tona quando o assunto é o Twitter e sua interatividade, é o que faz [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Uma questão que sempre vem à tona quando o assunto é o <strong>Twitter</strong> e sua interatividade, é o que faz uma pessoa seguir a outra. Dessa vez, a resposta para a pergunta foi aberta em forma de pesquisa, realizada pelo site Ponto Marketing.</p>
<p style="text-align: justify;">O questionamento, <strong>“o que te faz seguir alguém no Twitter?”</strong> foi feito a 63 pessoas e como já era de se imaginar o <strong>conteúdo relevante</strong> é o principal fator que atrai seguidores para um perfil, seguido por perfis que disponibilizam links interessantes para a prática pessoal e profissional do seguidor. Seguindo essa mesma lógica, quando questionado sobre o que acredita ser fator decisivo para alguém seguir o seu perfil 48% dos entrevistados responderam acreditar que seus tweets são interessantes e principalmente agregam valor a vida profissional dos seguidores.<span id="more-2026"></span></p>
<p style="text-align: justify;">O posicionamento profissional dessas respostas mostra o quanto as pessoas estão buscando informações relevantes nas mídias socais e como a cada dia aumenta a importância de relacionamento baseado na confiança das informações. Assim como nas mídias “tradicionais” ser confiável é fundamental para ser ou não levado a sério e assim sobreviver ao mundo das notícias.</p>
<p style="text-align: justify;">Outro número associado à importância da informação nas redes sociais, é o que mostra que <strong>43% das notícias são compartilhadas </strong>nas mídias sociais. O que para muitos pode ser uma repetição de textos e informações, para outros esse número significa mais gente antenada no que está acontecendo e mais pontos de vista que ajudam a conhecer os vários lados e abordagens das noticias, diferente do que acontece quando o acesso á informação é restrito ás mídias como televisão, rádio e jornais e revistas impressas.</p>
<p style="text-align: justify;">As redes sociais são espaços livres e que permitem expressar qualquer opinião e para isso é preciso que a informação seja relevante e agregue valor ao leitor. Para ajudar no processo de conquista do leitor e de sua confiança, a busca por pensadores que compartilhem de seus pensamentos e possam embasar seus textos, pode ser de grande ajuda.</p>
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		<title>Nem só de números vivem as mídias sociais</title>
		<link>http://www.coworkers.com.br/nem-so-de-numeros-vivem-as-midias-sociais/</link>
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		<pubDate>Wed, 13 Oct 2010 14:19:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mariana Rodrigues</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mídias Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[campanhas]]></category>
		<category><![CDATA[consumidores]]></category>
		<category><![CDATA[Facebook]]></category>
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		<description><![CDATA[A cada dia aumenta o número de empresas que decidem &#8220;entrar&#8221; nas mídias sociais e estar por dentro de tudo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A cada dia aumenta o número de empresas que decidem &#8220;entrar&#8221; nas mídias sociais e estar por dentro de tudo o que acontece na web. Muitas empresas, porém, se preocupam demasiadamente com o número de seguidores do Twitter, o número de fãs em sua fanpage do Facebook ou o número de visitas e comentários de seu blog e se esquecem que tudo isso faz parte de um <strong>processo</strong> que requer além de tudo, um <strong>relacionamento</strong> contínuo com os usuários e conteúdo relevante.</p>
<p style="text-align: justify;">Muitas vezes vejo isso com um objetivo de &#8220;status nas mídias sociais&#8221; que as empresas querem atingir (por parte das que se preocupam apenas com os números, claro). <strong>Números são importantes?</strong> Claro que sim! As empresas investem nas mídias sociais para atingir determinada meta calcada em números também. Os números traduzem os resultados atingidos pela marca em determinada estratégia. Porém, de que adianta grandes números sem um estratégia por trás deste números?<span id="more-2015"></span></p>
<p style="text-align: justify;">As empresas precisam monitorar em tempo real o que acontece com a sua marca e qual é a relação dos usuários com estas. A partir disto ela poderá trabalhar da melhor maneira o relacionamento com seu público. Uma marca jamais pode deixar o usuário falar sozinho, seja lá em qual canal da web isto aconteça.</p>
<p style="text-align: justify;">O mundo real não se difere mais do mundo digital e as empresas já não podem separar estes dois mundos. As organizações tem um determinado comportamento quando lançam, por exemplo, campanhas na TV, porém o comportamento que elas precisam ter na Internet vai além da experiência em campanhas de marketing tradicional. Não existe mais real e virtual e deve-se ter em mente que atrás de qualquer computador o que existem são <strong>pessoas</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">O sucesso de uma estratégia nas mídias sociais vai além do número se seguidores que a marca possui. <strong>Relevância, relacionamento, comunicação, envolvimento, interação e engajamento</strong> devem nortear os objetivos das empresas quando estas pensam em mídias sociais.</p>
<p style="text-align: justify;">
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		</item>
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		<title>O que é relevante e para quem em Mídias Sociais?</title>
		<link>http://www.coworkers.com.br/o-que-e-relevante-e-para-quem-em-midias-sociais/</link>
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		<pubDate>Mon, 01 Sep 2008 17:36:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Samantha Shiraishi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Debate]]></category>
		<category><![CDATA[Mídias Sociais em Debate 2008]]></category>
		<category><![CDATA[rankings]]></category>
		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>
		<category><![CDATA[relevância]]></category>

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		<description><![CDATA[Para dar continuidade à contratação de espaço de mídiacação do debate iniciado na sexta-feira-feira, 29/08, por Ricardo Cabianca, contratação de espaço de mídiaco hoje o painel que abre uma discussão sobre O que é relevante e para quem em Mídias Sociais?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Para dar continuidade à publicação do debate <a href="http://www.coworkers.com.br/modelos-de-negocio-para-a-web-20" target="_blank">iniciado</a> na sexta-feira-feira, 29/08, por <a href="http://www.cabianca.net" target="_blank">Ricardo Cabianca</a>, publico hoje o painel que abre uma discussão sobre <strong>O que é relevante e para quem em Mídias Sociais?</strong> Considero o tema interessantíssimo e esperei ansiosa (e curiosa) tanto por perguntas quanto por respostas dos debatedores Alexandre Inagaki (<a href="http://www.polvoracomunicacao.com.br/" target="_blank">Pólvora</a>), Anderson Costa (<a href="http://www.b2bmagazine.com.br/web/home.asp" target="_blank">B2B Magazine</a>) e Diego Monteiro (<a href="http://peoplebased.net/" target="_blank">People Based</a>). Foi uma pena Marcelo Coutinho (IDG Now) não poder participar.</p>
<p><span id="more-282"></span></p>
<p>O que posto abaixo é, faço votos, o início de um debate que deve ser complementado pelos leitores em comentários, posts no blogs e nos próximos encontros presenciais como os <a href="http://cafecomblog.com.br/" target="_blank">Café com Blog</a> e <a href="http://cabianca.net/blog/forum-de-midias-digitais-e-sociais/" target="_blank">FMDS &#8211; Fórum de Mídias Digitais e Sociais</a>. Inovador por ser completamente online (como lembrou Stelleo Tolda hoje em <a style="color: blue;" href="http://mlonlinegeneration.wordpress.com/2008/09/01/um-debate-totalmente-online/" target="_blank">Um debate totalmente online</a>), o <a href="http://boombust.hitechlive.com.br/midias-sociais-em-debate-2008/" target="_blank">Mídias Sociais em Debate 2008</a> é iniciativa do <a href="http://boombust.hitechlive.com.br/">Boombust</a> e pretende promover uma maior troca de informações sobre as melhores práticas de uso das mídias sociais, principalmente sob o ponto de vista das suas aplicações aos negócios das empresas.</p>
<p>Seguem então as perguntas e respostas trocadas pelos debatedores:</p>
<blockquote><p><strong>Por que rankings de blogs são tão superestimados quando se fala em relevância?<br />
[Alexandre Inagaki]</strong></p></blockquote>
<p><strong>Diego Monteiro</strong>:</p>
<p>Porque estamos no início das mídias sociais como divulgação. O vício vindo das midias tradicionais (como ibope) é comum nesse processo.</p>
<p><strong>Anderson Costa:</strong></p>
<p>Aualmente eles fazem parte das poucas referências que temos para ter a blogosfera como algo que se possa medir. Mas não acredito que esses rankings são medidores de relevância, por dois motivos:<br />
1 &#8211; Não é lá que vai se medir relevâncias de nicho, bem mais densas e cujos parâmetros pouco se usam. Nem sempre estar num ranking desses significa relevância geral, abrangente.<br />
2 &#8211; Porque quem superestima é justamente quem busca uma posição melhor do ponto de vista do problogger. Um pouco de &#8220;ego time&#8221;, que todo internauta brasileiro tem.</p>
<p><strong>Alexandre Inagaki:</strong></p>
<p>É isso. Rankings, sejam eles de blogs mais linkados ou twitteiros mais seguidos, nada mais são do que parâmetros iniciais. Meros pontos de partida para que seja feito um trabalho de pesquisa e monitoramento efetivo acerca dos hubs sociais de cada nicho.</p>
<blockquote><p><strong>Minha escala de relevância em redes sociais:<br />
10) Se comunicar e socializar/divulgar imagens (mídia) e as próprias relações(amizades)<br />
5) Resolver problemas, realizar pesquisas<br />
0) Ver divulgações dos amigos ou de desconhecidos<br />
Caso essa escala seja verdadeira pode-se concluir:<br />
1 &#8211; As redes sociais precisam dos laços de amizade (sejam virtuais ou reais). Assim não se pode confundir rede social com adicionar desconhecidos, porque a deixa totalmente irrelevante. E aí entende-se o porque do sucesso do Orkut ao deixar a comunidade fechada apenas por convite.<br />
2 &#8211; O marketing como publicidade algo pró-ativo, que divulga, se torna inviável no contexto de redes sociais. Mesmo as tentativas de menção espontânea não é possível em escala. Somente sobrando como Marketing as possibilidades de: (a) gerar mídia para os usuários dividirem.. fazer montagens com fotos e videos ou coisas do tipo e (b) permitir que uma marca seja pesquisada e resolvido seus problemas numa rede social, com estratégias de funcionários, espaços e até estratégias de crowdsourcing nas redes sociais.<br />
[Diego Monteiro]</strong></p></blockquote>
<p><strong><br />
Anderson Costa:</strong></p>
<p>(1) Concordo. Uma das razões do Orkut ter virado terra de ninguém é justamente isso, a falta de confiança em quem te adiciona. Nessa questão o Linkedin dá um banho, porque o networking é mais palpável, dá pra ver não só quem é amigo daquela pessoa, mas também quem endossou, quem apoia, quem recomenda&#8230; Lógico que pode ser subvertido como o Orkut foi, porém essa tática fica muito mais visível lá.</p>
<p>(2) A publicidade, no meu ver, ainda está aprendendo a lidar com esse universo. Talvez tenha muito a ganhar com outros tipos de ações que não o simples product placement, mas mobilização (barackobama.com, por exemplo), fixação de conceitos de uma marca (nike sport music), etc. Daqui a alguns anos (talvez meses, dada a inclusão desses players de redes sociais em agências) veremos um outro tipo de publicidade lá, menos intrusiva e mais social, que completa.</p>
<p><strong>Alexandre Inagaki</strong>:</p>
<p>Creio que cada rede social possui o seu valor de acordo com o seu público-alvo. Cito o caso impressionante da Barbie Girls (http://www.barbiegirls.com), por exemplo, que em 3 meses de existência chegou à marca de 4 milhões de cadastros e, não à toa, foi o motivo para que o post que o Carlos Merigo escreveu sobre essa rede se tornasse o mais movimentado de todo o Brainstorm#9, com 1.094 comentários (http://tinyurl.com/barbiegirls). Pensar em relevância em mídiais sociais passa obrigatoriamente por buscar compreender qual é o público com o qual você deseja se comunicar.Critica-se muito o Orkut, por exemplo, sob a generalização de que é uma rede social que foi &#8220;tomada&#8221; de assalto por miguxos ou analfabetos funcionais. Discordo. Não se pode analisar o Orkut sob a ótica de comunidades como &#8220;Bata a Cabeça no Teclado Pra Ver o que Sai&#8221; ou &#8220;As + Gatas do Orkut&#8221;, da mesma maneira que um jornalista cometeria um erro crasso se afirmasse que a blogosfera é um apanhado de diarinhos virtuais. Comunidades que criticam serviços de empresas, que congregam colecionadores de vinis raros, que discutem assuntos como cibercultura, liberdade de expressão ou cursos de arqueologia trazem discussões das mais relevantes para os interessados nestes temas.</p>
<p>Com os blogs e redes sociais, surge uma nova geração de formadores de opinião que dispensam colunas de jornal ou espaço na TV para se fazerem ouvir pelas multidões. Moderadores de comunidades de Orkut, usuários &#8220;top&#8221; do Yahoo! Respostas, os mais &#8220;seguidos&#8221; no Twitter ou que têm maior &#8220;karma&#8221; no Plurk possuem enorme relevância em seus respectivos nichos, influenciando pessoas, fazendo networking e formando opiniões enquanto os alheios ao poder da social media sequer desconfiam do poder de mobilização desses hubs sociais. A publicidade e principalmente o marketing, como bem disse o Anderson, só será genuinamente efetiva quando ela for realizada da maneira menos intrusiva possível, inserindo-se de modo contextualizado e integrado, via branded entertainment e PR 2.0., aos diálogos que já ocorrem nesses ambientes.</p>
<blockquote><p><strong>Não atuo nesse mercado diretamente, mas meu dia a dia envolve muito as redes sociais. E uma coisa que tenho visto nas estratégias de atuação nesse mercado é que há uma busca por relevância na rede em que se atua, mas não no discurso dessa rede.</strong></p>
<p><strong>Ou seja, uma ação sobre venda de seguros consegue encontrar uma comunidade &#8220;seguro de automóvel&#8221;, se divulgar, mas não consegue se sustentar na conversação. Muito disso pode ser por conta de ações pontuais com tempo e hora para acabar, ou por falta de feeling no que está sendo conversado na comunidade.</strong></p>
<p><strong>Pode ser que eu esteja falando besteira, mas é uma percepção que tenho. Como conseguir relevância de discurso também nesses meios de atuação, dados os limites de tempo de uma ação e pertinência da mesma? Como melhorar essa conversa e deixá-la mais relevante para todos na comunidade?</strong></p>
<p><strong>[Anderson Costa]</strong></p></blockquote>
<p><strong>Diego Monteiro</strong>:</p>
<p>As redes sociais têm a vocação para a viralização de um conteúdo ou evento, e aí sim elas podem casar com uma campanha tradicional. Porém, a caracteristica principal das redes sociais é que as pessoas estão no centro delas e não um &#8220;orgão&#8221; em broadcast. E as pessoas em relações sociais têm seu tempo de &#8220;distribuição da informação&#8221; de forma orgânica e aleatória.<br />
Assim, uma &#8220;conversação&#8221; numa rede social, tem o seu próprio tempo para se desenvolver e evoluir&#8230; não podendo ser considerada como estratégia principal de uma campanha que tem começo meio e fim, mas sim uma atividade constante da empresa, que servirá de apoio a todas a campanhas que estão por vir.</p>
<p><strong>Alexandre Inagaki</strong>:</p>
<p>O maior problema dessas ações pontuais é que, por serem de curto prazo, pecam ao terem tempo definido para terminarem, sem que produzam efetivas conversações. E aí não produzem relacionamentos reais; é como se fossem &#8220;one-night stands&#8221; nos quais os parceiros sequer sabem os nomes de seus amantes. Concordo com o Diego, empresas precisam pensar em atividades constantes de apoio, que aprofundem a discussão de idéias, o fomento de insights, o engajamento de prosumers com uma marca ou empresa.</p>
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