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	<title>Coworkers - Mídias Sociais &#187; social media</title>
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	<description>Agência especializada em estratégias de mídias sociais, responsável pelo posicionamento de grandes marcas na Web 2.0 - Redes e Midias Sociais Corporativas</description>
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		<title>Lição de uma marca que apostou em Social Media</title>
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		<pubDate>Wed, 17 Mar 2010 14:05:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafaella Antunes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mídias Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[E-Consultancy]]></category>
		<category><![CDATA[online]]></category>
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		<description><![CDATA[Uma pesquisa liderada pela E-Consultancy, em associação com o Online Marketing Summit, constatou que a maioria das empresas ainda está apenas experimentando quando o assunto é social media. Com base nesta informação, vale a pena prestar atenção à forma como algumas marcas de sucesso fazem uso dessas ferramentas. Exemplo disso, é o relato feito ao blog Webpronews [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><!--StartFragment-->Uma pesquisa liderada pela E-Consultancy, em associação com o Online Marketing Summit, constatou que a maioria das empresas ainda está apenas experimentando quando o assunto é social media. Com base nesta informação, vale a pena prestar atenção à forma como algumas marcas de sucesso fazem uso dessas ferramentas. Exemplo disso, é o relato feito ao blog <a href="http://www.webpronews.com/">Webpronews</a> pelo diretor de compra de mídia nacional e marketing digital do grupo Intuit’s, Seth Greenberg. Para ele, alguns esforços são muito eficazes quando o assunto é a consolidação de uma imagem em social media.</p>
<p><span id="more-649"></span></p>
<p>No post, Greenberg destacou algumas ações idealizadas pelo grupo norte-americano para consolidar sua presença na rede. “O Intuit é ativo em redes como o Twitter e Facebook, bem como no YouTube e  realiza ainda ações em perfis do MySpace e LinkedIn”, informou.</p>
<p>Quando questionado sobre a validade de se concentrar em algumas redes mais do que em outras, Greenberg disse: &#8220;Atualmente, Twitter e Facebook são o foco das ações de social media para a maioria das grandes corporações. Pesquisas indicam que mais de 50% dos clientes &#8211; com poder de decisão e de compra &#8211; utilizam estas ferramentas”.</p>
<p>Para ele, o Twitter oferece uma forma transparente e ágil de estabelecer compromisso com clientes e potenciais consumidores. Permite ainda solucionar dúvidas, problemas ou atender a comentários gerais. “Através de ambas as redes somos capazes de fornecer informações relevantes, oportunas e valiosas para os consumidores&#8221;.</p>
<p>No caso dos iniciantes, o primeiro passo dado no sentido de se estabelecer nesse meio, na visão de Greenberg, inclui uma avaliação sobre como a empresa e seus colaboradores se comportam na rede, como exercem suas funções no local de trabalho e de que maneira atendem seus clientes. “Traçado este perfil, partimos para a realização de treinamentos em todos os setores a fim de alinhar a postura da corporação nas áreas de comunicação, marketing, logística e até nos pontos de varejo”, ressaltou.</p>
<p>Segundo o diretor, o trabalho de posicionamento em social media deve estar ainda ancorado em plataformas exclusivas para o ramo de negócios. Ele revelou que na hora de realizar ações na rede a empresa optou por manter dois perfis no twitter: um para responder a questionamentos e comentários gerais sobre a marca e outro com dicas neutras e informações úteis. Além disso, temos uma fã page no Facebook, blog corporativo e um site, o TurboTax Live, “hoje, utilizado por mais de 11 milhões de pessoas&#8221;.</p>
<p>Uma pergunta que a empresa sempre se faz, segundo informou Seth Greenberg, é se a Intuit está sendo capaz de integrar seus serviços online, com as atividades offline e de marketing social. &#8220;A experiência de compartilhar produtos via Facebook dá aos clientes a opção de participar do processo de composição das nossas notícias e cria um efeito de rede quando nossos fãs compartilham um comentário ou enviam uma revisão&#8221;, diz Greenberg.</p>
<p>Ele reforça ainda que outra estratégia adotada é o alinhamento de toda a divulgação feita em social media com as demais formas de publicidade adotadas, como os anúncios em emissoras de tv. Quando questionado sobre como as ações de social media da Intuit têm contribuído para as vendas da empresa, a fidelização de seguidores da marca e o tráfego de informações que a mencionem na web, Greenberg disse que eles &#8220;estão aprendendo que o social media pode ser um caminho muito potente para a condução das receitas, e até mesmo mais influente do que outros canais, quando aplicado na medida certa&#8221;.</p>
<p>O que você acha da estratégia da Intuit? Reconhece nesse modelo formas que poderiam ser aplicadas ao seu próprio negócio? Compartilhe seus pensamentos aqui.</p>
<p><!--EndFragment--></p>
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		<title>A maioria dos leitores de notícias on-line checa cinco sites ou menos, diz estudo</title>
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		<pubDate>Mon, 15 Mar 2010 21:20:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafaella Antunes</dc:creator>
				<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[leitores de internet]]></category>
		<category><![CDATA[Mídias Sociais]]></category>
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		<description><![CDATA[Matéria publicada pelo jornal The New York Times neste domingo (14) apontou que a audiência das notícias online não está concentrada em um único canal. Até então nenhuma novidade. O fato relevante do estudo refere-se à tendência dos internautas a se fidelizarem com meia dúzia de fontes, apesar do “vasto leque de escolhas digitais&#8221; disponível atualmente.

O [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Matéria publicada pelo jornal The New York Times neste domingo (14) apontou que a audiência das notícias online não está concentrada em um único canal. Até então nenhuma novidade. O fato relevante do estudo refere-se à tendência dos internautas a se fidelizarem com meia dúzia de fontes, apesar do “vasto leque de escolhas digitais&#8221; disponível atualmente.</p>
<p><span id="more-638"></span></p>
<p>O jornal relatou que apenas 35% das pessoas que buscam notícias online vão direto em um site favorito e apenas 21% são mais ou menos &#8220;monogâmicas&#8221;, baseando-se em poucas fontes de notícias.</p>
<p>O estudo do Pew Research Center mostrou ainda que 57% da audiência da grande rede depende apenas de dois a cinco portais. Pesquisas paralelas confirmam esta tendência de comportamento em relação à busca de informações e de entretenimento: afirmam que pessoas com acesso a centenas de canais de televisão tendem a se ater a um número reduzido deles.</p>
<p>Na pesquisa do Pew, apenas 7% das pessoas afirmaram estar dispostas a pagar para ter acesso a um site de notícias, mesmo entre aquelas que se declaram infiéis, 19% consideram melhor pagar, em vez de procurar informações em diversos sites de notícias.</p>
<p>O mesmo estudo relatou ainda que diversos sites de notícias defendem a ideia de que se apenas um percentual de 5 a 10% de seus leitores contratassem pacotes pagos, a medida representaria um sucesso para sua receita. Muitos &#8211; incluindo o The New York Times &#8211; fizeram planos para iniciar algum tipo de sistema restrito de acesso a notícias.</p>
<p>Aglutinando dados da Nielsen Online, sobre comportamento do usuário de internet, o relatório também concluiu que, embora existam milhares de sites de notícias a disposição do público, um número relativamente pequeno (menos de 200) concentra 80% do tráfego online, somente nos Estados Unidos.</p>
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		<title>Cerimônia do Oscar adere ao Social Media para fazer “barulho”na web</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Mar 2010 21:54:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafaella Antunes</dc:creator>
				<category><![CDATA[editorial]]></category>
		<category><![CDATA[Facebook]]></category>
		<category><![CDATA[Oscar]]></category>
		<category><![CDATA[social media]]></category>
		<category><![CDATA[twitter]]></category>

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		<description><![CDATA[Pela primeira vez, as mídias sociais serão adotadas tanto pela Academy of Motion Picture Arts and Sciences quanto pelos patrocinadores da cerimônia de entrega do Oscar 2010. A expectativa, segundo dados publicados hoje (05) pelo jornal USA Today, é fazer barulho e atrair a atenção dos internautas para a tradicional cerimônia.

Vários anunciantes já confirmaram ações [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pela primeira vez, as mídias sociais serão adotadas tanto pela Academy of Motion Picture Arts and Sciences quanto pelos patrocinadores da cerimônia de entrega do Oscar 2010. A expectativa, segundo dados publicados hoje (05) pelo jornal USA Today, é fazer barulho e atrair a atenção dos internautas para a tradicional cerimônia.</p>
<p><span id="more-625"></span></p>
<p>Vários anunciantes já confirmaram ações estratégicas de social media no domingo à noite. Os anúncios de TV, que custam em media R $ 1,5 milhão na rede ABC, são apenas uma prévia dos altos valores praticados por conta da noite de gala do cinema. Investimentos serão feitos também em anúncios veiculados em redes como o Facebook e Twitter.</p>
<p>&#8220;Não é inteligente comprar espaço somente na época da entrega do Oscar&#8221;, diz o consultor Charlene Li. &#8220;Você tem que amarrar a divulgação também nos meios de social media antes, durante e depois para que as pessoas falem sobre você&#8221;.</p>
<p>Para acerar na mão, os anunciantes ligados ao evento adotaram a estratégia de  patrocinar posts referentes apenas o tema ”Oscar”, sem menções a qualquer marca, revelou Debbie Weil, autor do livro Blog Corporativo.</p>
<p>Este ano, a inserção da festa no meio utilizará, entre outras ferramentas, um aplicativo para iPhone que possibilita acessar a lista de candidatos para as 24 categorias e ainda realizar previsões sobre premiados compartilhando tudo isso via Facebook e Twitter. &#8220;Queremos manter contato com os amantes de cinema onde quer que estejam&#8221;, explica Janet Weiss, diretora de marketing da Academia.</p>
<p>Haverá ainda a divulgação de sete vencedores, com exclusividade, através de fan-page no Facebook, adiantou Nick Bomersbach, vice-presidente de marketing digital.</p>
<p>Outr novidade será uma ação via Facebook Chat. Todos os detalhes sobre as celebridades que chegarem ao “tapete vermelho”, serão divulgados desta forma. O uso desta ferramenta será o mesmo que oferecer um &#8220;frescor virtual&#8221; para as pessoas que estiverem acompanhando a festa, diz Peggy Ang, vice-presidente de marketing.</p>
<p>Por fim, os Tweets ao vivo. Uma ação vai estimular twitteiros de plantão &#8211; que estiverem na porta do teatro &#8211; a postar tweetes engraçados ou instigantes. Os melhores e mais re-twitados serão premiados com bebidas gratuitas no teatro Kodak.</p>
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		<title>Empresários se deixaram contaminar pelos chavões de social media</title>
		<link>http://www.coworkers.com.br/empresarios-se-deixaram-contaminar-pelos-chavoes-de-social-media/</link>
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		<pubDate>Thu, 04 Mar 2010 14:05:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafaella Antunes</dc:creator>
				<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing]]></category>
		<category><![CDATA[MENG]]></category>
		<category><![CDATA[social media]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma sondagem anual feita por analistas do Marketing Executives Networking Group (MENG), apontou que os empresários e comerciantes estão “contaminados” pelos chavões de Social Media. Apesar de a interpretação mais óbvia parecer pejorativa, o mesmo levantamento compara este dado ao fato de que somente quando os consumidores são contagiados por uma campanha publicitária é que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma sondagem anual feita por analistas do<a href="http://www.mengonline.com" target="_blank"> </a><a href="http://www.mengonline.com" target="_blank">Marketing Executives Networking Group</a><a href="http://www.mengonline.com" target="_blank"> (MENG)</a>, apontou que os empresários e comerciantes estão “contaminados” pelos chavões de Social Media. Apesar de a interpretação mais óbvia parecer pejorativa, o mesmo levantamento compara este dado ao fato de que somente quando os consumidores são contagiados por uma campanha publicitária é que a mensagem foi amplamente absorvida.</p>
<p><span id="more-619"></span></p>
<p>Nesse caso, podemos entender que somente agora é que esse grupo está desperto para a importância de investir neste tipo de comunicação. Tanto que cerca de 70% planejaram novas iniciativas de mídia social para os próximos 12 meses, revelou o documento.</p>
<p>O levantamento do MENG constatou que as grandes empresas têm mais propensão a buscar um posicionamento em redes como o Facebook, YouTube, Twitter e MySpace, enquanto as pequenas voltam-se para o LinkedIn.</p>
<p>&#8220;Enquanto os comerciantes estão mais otimistas sobre as perspectivas futuras de crescimento, ainda é possível dizer que sentem a pressão de um ciclo econômico difícil, daí a necessidade de provar um retorno sobre seus investimentos em marketing&#8221;, disse Tom HC Anderson, sócio-gerente da Anderson Analytics, que trabalhou na pesquisa.</p>
<p>A pesquisa constatou ainda que as iniciativas de mídia social foram, em grande maioria, mais susceptíveis de serem desenvolvidas localmente, em detrimento de se buscar agências de outras cidades ou estados. Isso, na visão dos analistas do MENG, denota a preferência dos investidores por organizações alinhadas às especificidades regionais.</p>
<p>A sondagem indicou também que as empresas que não dependem de ajuda externa com a estratégia de mídia social e para a implementação das ações neste meio tendem para o uso de consultores de mídia social em vez de as agências de publicidade ou empresas de RP.</p>
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		<title>China lidera corrida mundial por tecnologias verdes</title>
		<link>http://www.coworkers.com.br/china-lidera-corrida-mundial-por-tecnologias-verdes/</link>
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		<pubDate>Thu, 04 Feb 2010 19:34:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafaella Antunes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Brian Dumaine]]></category>
		<category><![CDATA[China]]></category>
		<category><![CDATA[Fortune]]></category>
		<category><![CDATA[Mídias Sociais]]></category>
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		<category><![CDATA[tecnologias verdes]]></category>

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		<description><![CDATA[Um artigo assinado por Brian Dumaine, editor da revista Fortune, apontou a China como o maior produtor mundial das chamadas tecnologias verdes. Para ele, enquanto a América estava focada em sair de sua crise financeira, o país asiático articulou-se para liderar o que promete ser a maior indústria emergente do século 21.

No texto, Dumaine chama [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um <a href="http://brainstormtech.blogs.fortune.cnn.com/2010/01/28/chinas-ahead-in-the-green-tech-race/" target="_self">artigo</a> assinado por Brian Dumaine, editor da revista Fortune, apontou a China como o maior produtor mundial das chamadas tecnologias verdes. Para ele, enquanto a América estava focada em sair de sua crise financeira, o país asiático articulou-se para liderar o que promete ser a maior indústria emergente do século 21.</p>
<p><span id="more-559"></span></p>
<p>No texto, Dumaine chama atenção para um relatório do Breakthrough Institute, considerado catalisador de idéias, em Oakland. O documento aponta que a China, juntamente com o Japão e a Coréia do Sul, vai dominar a corrida de energia limpa com investimentos, inclusive, na América do Norte.</p>
<p>O lançamento de programas governamentais de investimento maciço para dominar esta indústria já é uma realidade entre os tigres asiáticos e, de acordo com o relatório, ultrapassaram os EUA em praticamente todas as áreas de energia limpas, incluindo energia eólica, solar, elétrica e o segmento de baterias veiculares.</p>
<p>“A América, no entanto, não deve se desesperar”, reforça Brian Dumaine. Ele faz menção a Alan Salzman, da Vantage Point Venture Partners, uma firma de capital de risco do Vale do Silício, que defende a necessidade de garantias governamentais ancoradas em políticas industriais, leis, regulamentos e no acesso a um pacote de capital e incentivo, para que as grandes indústrias do país se fortaleçam e diversifiquem suas ações. “Não se deve”, continua ele, “preservar e consolidar maneiras seculares de geração de eletricidade, alimentação, transporte e consumo de recursos naturais&#8221;, destaca.</p>
<p>Mas a América já mostra uma reação, aponta o artigo. Na tentativa de impulsionar investimentos no setor. O presidente Barack Obama concordou em gastar cerca de US $ 80 bilhões do pacote de estímulo às tecnologias verdes, valor considerado baixo diante dos 217 bilhões de dólares que o governo chinês pretende distribuir nos próximos cinco anos. Alguns especialistas pediram ao governo uma verba extra de US $ 15 bilhões por ano para aplicação em pesquisa básica para alternativas ao uso do carvão, avanços em energia solar e combustíveis alternativos.</p>
<p>Engenheiros</p>
<p>A BYD, uma companhia que produz carros elétricos na China, conta com 10 mil engenheiros trabalhando, para entre outras coisas, desenvolver outros tipos de baterias. Com o enxugamento do mercado automobilístico de Detroit, os EUA têm hoje um quadro de abundância de engenheiros, mas muitos necessitam de atualização profissional. Um sinal promissor é que um número crescente de instituições de ensino e pesquisa (como as Universidades de Purdue e do Colorado) está oferecendo cursos de graduação e pós-graduação em sistemas de energia elétrica.</p>
<p>Driblando a burocracia</p>
<p>A China acaba de lançar o projeto GreenGen com um investimento de US $ 1 bilhão para o desenvolvimento de um carvão vegetal super-eficiente que emite menos gases de efeito estufa do que os tradicionais. A Duke Energy (117ᵃ no ranking Fortune 500) confirmou parceria no GreenGen para compartilhar a tecnologia de carvão limpo. Por quê? Por causa da burocracia que pode atrasar em até oito anos a construção de uma fábrica deste tipo nos Estados Unidos, contra os três que estão previstos na China para o mesmo tipo de empreendimento.</p>
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		<title>Os 5 novos cargos que devem surgir nos próximos anos na Social Media</title>
		<link>http://www.coworkers.com.br/os-5-novos-cargos-que-devem-surgir-nos-proximos-anos-na-social-media/</link>
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		<pubDate>Tue, 18 Nov 2008 17:08:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Helton Kuhnen</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mídias Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[Empregos em Mídias Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[mídia social]]></category>
		<category><![CDATA[social media]]></category>

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		<description><![CDATA[
A Social Media ou Mídia Social está mudando cenários, formando tendências e  mercados de trabalho. Como estamos apenas no início do que se tornará de fato a Social Media no mundo, cargos de trabalho que hoje ainda não existem podem vir a se tornar alguns dos mais importantes para a empresa.

Abaixo irei listar 5 cargos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;">
<p>A Social Media ou Mídia Social está mudando cenários, formando tendências e  mercados de trabalho. Como estamos apenas no início do que se tornará de fato a Social Media no mundo, cargos de trabalho que hoje ainda não existem podem vir a se tornar alguns dos mais importantes para a empresa.</p>
<p><span id="more-397"></span></p>
<p>Abaixo irei listar 5 cargos que provavelmente irão surgir (com estes ou outros nomes) nos próximos anos. Dependendo do tamanho da empresa os cargos podem nem ser necessários.</p>
<ol>
<li><strong>International Community Compliance Chief</strong>: Redes sociais como Orkut, MySpace e Facebook estão dominando o mercado no Brasil, mas e nos demais países como EUA, Japão e Coréia? É preciso que este profissional acompanhe a empresa nas demais redes sociais fora do país de origem. Verificar links de referência para os sites internacionais da companhia seria uma das tarefas.</li>
<li><strong>Community Manager: </strong>Se o produto e/ou serviço da sua empresa é bom, então merece ser divulgado, comentado, discutido. Fóruns de discussão, blogs, comunidades em redes sociais, você precisa então do Community Manager. Ele vai interagir nas redes, de forma a parecer um membro oficial da empresa, não um <em>Spammer</em> ou algo semelhante. Esse profissional precisa conhecer tudo sobre a empresa, os produtos e serviços, ter acesso a documentação.</li>
<li> <strong>Online Reputation Manager:</strong> Enquanto o Community Manager acompanha as discussões públicas sobre a empresa, o Online Reputation Manager acompanha a reputação da empresa como um todo. Ele precisa ter conhecimento sobre os principais concorrentes da empresa, saber o que fazem na Web. Precisa ficar atento aos novos mercados e às requisições de clientes. É como se fosse um agente espião, por boas razões, é claro&#8230; da empresa.</li>
<li><strong>Blogger Outreach Manager/Blog Cultivation Expert:</strong> A empresa tem um blogueiro que conhece e escreve extremamente bem sobre seus produtos/serviços? Um que tenha um relacionamento ativo na blogosfera &#8220;local&#8221;, com bom PageRank e ocasionais chamadas em sites de crowdsourcing como Rec6, Digg, Linkk e DiHitt ? Blogueiros são potenciais &#8220;gerentes&#8221; para o público jovem, especialistas no &#8220;marketing viral&#8221;, sabem como chamar atenção, seja no meio em que atua, seja em sites de busca. Eles têm um relacionamento individual com seus leitores, tratam cada um com singularidade, em tempo real.</li>
<li> <strong>Chief Conversation Officer</strong>: Para concluir, este profissional se reporta aos demais, ele está no topo. Ele é o responsável por encontrar as conversas online, documentá-las, compartilha-las e analizá-las.</li>
</ol>
<p>E aí? está preparando alguns profissionais na sua empresa para exercerem esses cargos?</p>
<p>Fonte: <a href="http://onlinemarketerblog.com/2008/11/13/5-new-social-media-jobs-you-will-fill-in-the-next-5-years/" target="_self">OnlineMarketerBlog</a></p>
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