Segundo a womma – Word of Mouth Marketing Association, o termo “marketing boca a boca” não se refere apenas a criar boca a boca , mas a fazê-lo funcionar dentro de um marketing objetivo.
São técnicas orientadas para incentivar e ajudar as pessoas a falarem umas com as outras sobre produtos e serviços; fazer pessoas influentes, formadoras de opiniões, saberem sobre as qualidades de um produto ou serviço, na expectativa de que as divulguem no seu círculo de influência.
O marketing boca a boca se propõe a habilitar as pessoas a compartilharem suas experiências. É a aposta no uso da voz do próprio público em prol da marca. São técnicas baseadas nos conceitos de satisfação do consumidor, no diálogo franco e aberto, transparente, nunca fake.

Em Mídias Sociais, campo fértil para o Marketing Boca a Boca, ouvir o consumidor significa:
No Brasil, a Riot, empresa pioneira e líder de mercado em Marketing Viral no campo das mídias sociais, e à qual assistimos no seu planejamento estratégico referente à gestão de conteúdos em mídias sociais, é precursora destas que entendemos ser MELHORES PRÁTICAS, sugeridas pela womma, associação à qual foi a 1a empresa latino-americana a se associar.
[...] temos muito o que aprender com as mídias sociais e as melhores práticas de uso, mas certamente é mais um segmento para fazer a roda da economia [...]
Helton, Wagner, desejo sucesso pleno nesta nova empreitada. Que suas escolhas sejam sempre acertadas, levando seus clientes aos resultados que esperam. Pelo que já conheço de vocês, as chances são muito boas.
Abraço fraterno.
Wagner, parabéns pelo tempo dedicado a publicar parte dos conceitos da womma porque permite pulverizar as metodologias consideradas válidas mundialmente.
O desafio é praticá-las á risca, principalmente, quando entramos no campo complicado da ética.
Tenho recebido alguns emails de agências que pretendem fazer o marketing boca-a-boca ou convidam blogueiros a participar de uma estratégia comercial e percebo o quanto ainda as agências estão imaturas neste processo. Minha experiência como receptora de tais ações mostra o quanto as pessoas ainda não fizeram a lição de casa de saber quem está na outra ponta. quando a missão da empresa é terceirizar o relacionamento corporativo, o qual ela é paga para isso, para outro que não receberá nada por isso e só fará tal ação a partir dos seus próprios valores e principios é muito relevante “pedir” ao outro a partir do conhecimento que se tem do outro.
Ou seja, pesquise quem vc tá querendo que seja seu interlocutor de graça.
Escrevo tudo isso pq recebi recentemente de uma blogueira um email ( padrão) que foi enviado para mailing específico, onde a agência propunha POST PAGO (contratação de espaço de mídia) entre outras ações identificando a agência pelos profissionais que atua dentro da empresa. Resultado: a blogueira não tinha a mínima noção de quem era aquelas pessoas, não sabia do institucional da agência (lição número 1- diga o que é a sua empresa. não quem trabalha na sua empresa) ou seja não sabia o que era aquele nome institucional e muito menos o que é contratação de espaço de mídia…
Ou seja, até pra padronizar o conteúdo do email precisa de cuidados básicos que não estãos sendo levados em conta pq as pessoas acham que todos vivem no mesmo grupo. graças à sociedade em rede há a diversidade e ela deve ser preservada… bjkas
Infelizmente muitas empresas de marketing brasileiras ainda utilizam o spam como forma de propagar um produto/serviço. Qualificação é o que falta no mercado.
[...] Como participei como debatedor do painel que explorou as possibilidades do orkut como rede social, no que diz respeito ao uso da rede para criar interação de qualidade e eficaz com o seu público, tive oportunidade de externar aquilo que a meu ver, com base na minha experiência e com base em boas referências a respeito das melhores práticas do marketing boca a boca. [...]
[...] Hoje tive a oportunidade de, durante o tempo reservado a mim no evento, bater um bom papo com alunos e professores presentes sobre Publicidade em mídias Sociais. Tomei como base para o nosso papo as práticas referenciadas internacionalmente pelo womma, sobre as quais postei recentemente no blog corporativo da Coworkers Mídias Sociais, sob o título Uma introdução ao marketing boca a boca. [...]
[...] Mas há um movimento para organizar estas ações, como comentou Wagner Fontoura em seu post Uma introdução ao marketing boca-a-boca, que motivou uma palestra (Na PUC-SP, discutindo publicidade em mídias sociais) e está resumido [...]
[...] Hoje tive a oportunidade de, durante o tempo reservado a mim no evento, bater um bom papo com alunos e professores presentes sobre Publicidade em mídias Sociais. Tomei como base para o nosso papo as práticas referenciadas internacionalmente pelo womma, sobre as quais postei recentemente no blog corporativo da Coworkers Mídias Sociais, sob o título Uma introdução ao marketing boca a boca. [...]
[...] Como participei como debatedor do painel que explorou as possibilidades do orkut como rede social, no que diz respeito ao uso da rede para criar interação de qualidade e eficaz com o seu público, tive oportunidade de externar aquilo que a meu ver, com base na minha experiência e com base em boas referências a respeito das melhores práticas do marketing boca a boca. [...]
[...] temos muito o que aprender com as mídias sociais e as melhores práticas de uso, mas certamente é mais um segmento para fazer a roda da economia [...]
[...] como amor. Muitas vezes, o viral é classificado como uma das formas de boca-a-boca, como neste post da Coworks, o que não deixa de estar certo se pensarmos na premisa que representa a única [...]
Ótimo artigo. Sintetizou bem os preceitos quanto ao bom marketing, produtivo, ético e socialmente responsável na web.
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